03 dezembro, 2012

Chime - Franny Billingsley


Autora: Franny Billingsley
Editora: Speak
Número de páginas: 320

Sinopse: In the early twentieth century in Swansea, Wales, seventeen-year-old Briony, who can see the spirits that haunt the marshes around their town, feels responsible for her twin sister's horrible injury until a young man enters their lives and exposes secrets that even Briony does not know about. 
O livro ganhou o prêmio de finalista no National Book Awards dos Estados Unidos. Óbvio que eu tive que comprar quando o achei numa livraria de Miami! (Sim, fui pra Miami e procurei por uma livraria como se minha vida dependesse. Toma essa, sociedade!)

A história é muito bem escrita, mas por se passar na época da Inglaterra Vitoriana, haviam muitas palavras em inglês que me fizeram ficar tipo: WTF?? (Talvez seja por isso que no início eu estava achando meio chato, porque era difícil de entender algumas coisas. Depois eu posso ter me acostumado e aproveitado melhor o livro). Bom, na verdade eu provavelmente achei o início chato porque é meio chatinho mesmo. Briony é uma garota inteligente, bonita e talz, mas não é necessariamente a protagonista mais legal do mundo. Isso porque ela nunca está feliz e só sabe se culpar pelo fato de ela ser bruxa. Mais tarde, conforme ela começa a ficar apaixonada (aaaaawn....), ela vai ficando mais legal e a história mais interessante!

Rose, sua irmã gêmea que sofre de uma doença no cérebro que a deixa mais infantil, irritava as vezes, mas depois ela também cresce e acaba ganhando importância na história. Com o tempo, aprendi a acha-la divertida!

E Eldric... Bom, digamos que eu meio que tive uma quedinha por ele ao longo do livro =P

A ambientação da história é muito bem feita, embora a parte dos espíritos da floresta seja meio confusa, já que para deixar o livro mais misterioso as coisas vão sendo explicadas aos poucos.

Enfim, é um livro muito bom! Começa meio parado, mas é daqueles que a partir de tal capítulo ele fica tão interessante e surpreendente de repente que você não consegue mais largar até acabar de ler!
Super recomendado para as leitoras com bom nível de inglês!

Kissus,
Carol

30 novembro, 2012

Vocaloid Kaito




Kaito é um vocaloid japonês criado pela Crypton Future Media. Sua voz foi gravada pelo cantor japonês Fuuga Naoto e sua aparência foi desenhada por Takashi Kawasaki.


Ele foi criado para combinar com a vocaloid Meiko, e os dois foram lançados juntos. Até seu nome foi escolhido pela fácil pronunciação por pessoas que não falam japonês, e por ser, de acordo com os criadores, um nome que combina com “Meiko” O que é mentira, combina muito mais com Miku.
Apesar de ser bem popular hoje em dia, a primeira vez que ele foi apresentado não teve muito sucesso com o publico. Nessa época Vocaloid não era tão popular, mas depois de um tempo, quando outros vocaloids foram lançados, principalmente quando foi feito um vídeo da Miku cantando uma espécie de mensagem para ele, "Dear You", o interesse nele começou a crescer e em 2008 ele foi o segundo voicebank mais vendido !



Sua personalidade foi determinada pelos fãs, assim como a de todos os outros. Apesar de ser um dos mais velhos do grupo, Kaito tem uma personalidade meio infantil e brincalhona, tanto é que a sua comida oficial é sorvete ! Ele até faz uma paródia da música "Spice !" do Len Kagamine, trocando o título original por "Ice !"
Mas apesar disso, ele também tem seu lado meio pervertido que desperta em algumas músicas por motivos variados. Não confundam infantil com inocente xD !

Kaito consegue atingir diferentes tipos de tom,podendo em algumas músicas cantar com a voz mais grave e em outras com mais aguda. Ele também foi consagrado como o vocaloid mais apto a cantar músicas Folk, portanto de todos, ele é o que tem mais canções desse gênero.

Agora algumas músicas dele :

por seu jeito brincalhão, ele faz muitas paródias de músicas de outros vocaloids.

Folk !


bom, a Carol já postou um dueto entre ele e a Meiko, agora é minha vez de colocar um dele com a Miku *-*

XOXO,
Giu




29 novembro, 2012

Hiiro no Kakera

CATEGORIA: Romance, Shoujo, Sobrenatural, Youkais

EPISÓDIOS: 13 (Primeira Temporada)

SINOPSE: A história envolve Kasuga Tamaki, uma estudante de 17 anos que passa a viver com sua avó nas montanhas por um motivo misterioso. No dia em que Tamaki chega na vila, ela encontra estranhas criaturas, onde é salva por um garoto misterioso, Takuma Onizaki. Ele é o primeiro dos cinco Guardiões da princesa Tamayori, no qual esta princesa é encarregada de cuidar de um poder divino que está selado na vila, poder esse que é capaz de destruir o mundo.


Bem... O que falar sobre o anime? A história é, na verdade, bem parada. Pelo opening você imagina que vá ter um monte de ação, mas tirando umas lutinhas aqui ou ali, não há nada de emocionante na história.


A salvação do anime é o desenho, que é muito bem feito. E a presença de inúmeros caras lindos foi o que me fez assistir até o final *-*.

Sem brincadeira, o anime não seria nada sem o fanservice feminino. Existe apenas uma garota, mas um homem para cada tipo de gosto: o sério, o intelectual, o kawaii, o baixinho estressado e o badboy bruto e sexy. Cada um deles é um guardião youkai e possuem poderes de cobra, kitsune, monge, tengu e oni. No entanto, como eu já disse, não tem quase ação nenhuma... A segunda temporada já foi lançada e preciso começar a ver para ver se acontece ALGUMA COISA.





Na verdade, o último episódio tem ação sim. Mas esse anime nem se compara a clássicos como Otome Youkai Zakuro, um anime de 12 episódios (sem outras temporadas) com esse mesmo tema sobrenatural e que possui muito mais história, ação e romance. Sim, BEM MAIS romance que Hiiro no Kakera, já que em 13 episódios não houve praticamente nada de especial com um dos mil caras que existem na série...

Ao que tudo indica, Tamaki vai ficar com o ruivinho (isso não conta como soiler, estou apenas deduzindo o óbvio pelo opening u.u ). Então, já que os caras gatos são o forte do anime, seguem algumas fotos:



Ao final de cada episódio, tenha paciência e espere o ending acabar (os apressados podem apenas avançar a cena..). Há uma surpresa que aguarda as meninas nos últimos segundos... HEHE.

Bjos,
Carol-chan ^.^

28 novembro, 2012

Resenha: "As Mais" por Patrícia Barboza


Editora: Versus Editora
ISBN: 9788576861768
Ano: 2012
Páginas: 193
Gênero: Infanto-Juvenil
Sinopse: "MAIS é a sigla da amizade, formada pela inicial do nome das amigas Mari, Aninha, Ingrid e Susana. As MAIS são alunas do Centro Educacional Machado, no Rio de Janeiro, e são inseparáveis. Tanto que resolveram escrever um livro juntas, relatando suas aventuras mais marcantes de um ano inteiro. O livro é narrado pelas quatro amigas, cada uma contando uma parte do ano letivo. Mari, a pagadora de micos Aninha, a intelectual Ingrid, a romântica Susana, a atleta Sonhos, frustrações, medos e micos (muitos!). Alegrias, conquistas e amores... Quatro personalidades diferentes, quatro maneiras de tornar a amizade única e inesquecível! Afinal, como diz a Mari, elas são as MAIS legais, as MAIS bonitas, as MAIS inteligentes e também as MAIS “modestas”. Divirta-se com as histórias dessas quatro amigas inseparáveis!"

 Bem, admito que estava com um pé atrás antes de começar a leitura desse livro porque tinha medo que achasse ele um pouco "infantil" demais para mim. Mas, com 17 anos na cara e malas prontas para seguir para faculdade, não tenho medo de dizer que adorei o livro!
Sim, as histórias são clichês e um pouco bobinhas, mas acho que elas atenderam bem as espectativas que eu tinha em relação a elas. Ninguém pega um livro infanto-juvenil esperando ter alguma grande mudança, só que isso não é necessariamente uma coisa ruim. Ás vezes é bom lembrar que as coisas podem acontecer do jeitinho que elas devem ser.
O ponto mais forte do livro é a veracidade das personagens, lembo de que quando lemos a descrição das personagens pela primeira vez eu e as minhas amigas ficamos até assustadas! Achavamos que Patrícia havia secretamente espionado nossas vidas para escrever o livro de tantas semelhanças que ele tinha com a nossa realidade! (PS: A passagem do dias dos namorados em que elas ficam pesquisando simpatias pro Santo Antônio? Eu já fiz isso! haahahahahahah)
Muitas pessoas destacam o fato de como um grupo de meninas tão diverente podem ser amigas tão próxima. Nunca entendi a enfâse dada a isso porque sempre achei que o quanto mais diverso fosse o grupo de amigos, mais divertido ele seria! Afinal, a vida não tem graça se você é uma Maria-vai-com-as-outras.
Achei a narrativa do livro bem suave e como ele é fininho (Sim, uma pessoa que já leu toda a série de Harry Potter não pode considerar um livro com menos de 200 páginas grosso!) a leitura é bem rápida e deixa um gostinho de quero mais no final. E não é nem porque o livro tem alguma espécie de gancho para a continuação ou nada do tipo, a saudade é das loucuras pelas quais essas amigas passam!
Acho que a única coisa que me incomodou no livro foi o fato de que cada personagem só tinha história quando era dado a ela o foco narrativo. Por exemplo, a história da Ingrid com o namoradinho dela só acontece na parte em que a Ingrid está narrando. Eu acho que se o problema se estendesse para a parte em que outra está narrando poderia ser interessante tanto para observar a situação sob outro ponto de vista, como também para reforçar os laços que existem entre elas!

Segue aqui o Booktrailer que explicar melhor a personalidade de cada uma das amigas:



Bjuos,

PS: Ok, admito que o que me chamou atenção no livro foram o desenhos que eu achei bonitinhos... #Julgoolivropelacapamesmo. Problem?

24 novembro, 2012

O que é Kpop?



Talvez se, em Abril, alguém dissesse o nome Kpop perto de você, a sua reposta provavelmente seria: "Saúde!" diante de tal termo... Exótico. Entretanto, depois de Julho, tudo isso mudou.
Agora, por mais a grande maioria ainda desconheça o verdadeiro significado do termo, é fácil associa-lo a um cara meio bonachão que usa os óculos do Mister Magoo e faz a dancinha da eguinha pocotó.
Enfim, falando sério agora, o Termo K-Pop (Abreviação de Korean Pop) surgiu nos anos 90 serve para designar um gênero musical da Coréia do Sul que vem ganhando uma popularidade surpreendente no mercado mundial graças a uma ferramenta mágica chamada internet! (Fato que surpreende até mesmo os próprios coreanos)
A minha história com Kpop começou mais ou menos a um ano atrás com um pergunta:
"Quem são essas japinhas que sempre aparecem dançando nas televisões das lojas de eletrodomestico?"
(E sim, não me matem, mas como uma boa otaku eu assumi de cara que elas eram japonesas. Depois que eu fui descobrir que elas eram coreanas)
Bem, como a fofura do meu Shazam me informou, aquelas era ninguém menos que as Girl's Generation, um dos grupos mais populares de Kpop de todos os tempo:



Mas foi só no meio desse ano com o nosso querido PSY que o Kpop passou a dominar o meu coração!
De uma forma geral, tudo no Kpop me encantou, mas acho que o que mais me chamou a atenção foi que K-pop não é apenas pop, ele abrange diversos gêneros musicas, e muitas vezes fazem um mix de tudo: pop, rock, dance, eletrônico, R&B, classico... Particulamente, acho incrível como eles pegam tantas coisas que, na teoria, não funcionariam bem juntas e criam música inacreditavelmente incríveis!!!
Outras características do Kpop são: Vídeo Clipes (Conhecidos como M/V) superproduzidos, grandes coreografias, grupos numerosos (Apesar de existirem artistas solos, eles são mais incomuns), letras com um "gancho" que vai manter aquela música fixada na sua cabeça até a próxima encarnação (O-O-O-Opa Gangnam Style!) e uma grande influência na moda e no comportamento da juventude.



Entretanto, talvez a maior diferença do Kpop das música produzidas no resto do mundo, não seja a música em sim, mas sim os seus bastidores. É um caminho árduo para se tornar um ídolo de Kpop.
Enquanto no ocidente uma banda é formada mais ou menos assim: Um grupo de amigos que gosta a cantar e dança se une, forma uma banda e começa a correr atrás de um gravadora. Na Coréia as coisas são um pouco diferente. Lá os jovens, primeiramente, fazem audições para as gravadoras, se elas gostam deles, eles a contratam como Traineers. Depois de um extenso período de lapidação de seu talento em canto, dança e atuação (Normalmente passam anos treinando), esses artistas são divididos pelas grandes empresas, que dominam a industria de entreterimento sul-coreana. Na maioria das vezes passam a morrar juntos em apartamentos da empresas para não se destrairem com o mundo exterior (Alguns grupos são até proibidos de namorar por um tempo.).

Só então é que esses grupos fazem o seu tão sonhando Debut no meio musical. E depois disso, você acha que a vida deles fica mais fácil? De jeito nenhum. Na verdade, piora um pouco. Esses grupos começam a ter uma agenda lotada com gravações de reality shows e doramas, além da rotina de treinamento que continua sendo intensa. Já esses grupos passam a competir entre si, principalmente, em programas de televisão como o Musica bank, Musica Core e Inkigavo.



Bem, espero ter esclarecido as dúvidas que vocês podem ter sobre o Kpop. Entretanto, se deixei qualquer detalhe passar ou mal explicado, a partir de agora faremos muitas outras postagens falando sobre a cultura popular da Coréia.

Bjuos,
Fernanda

21 novembro, 2012

Shining Hearts, Shiawase no Pan - Must NOT watch !


Se lembram da postagem que eu fiz toda animada sobre esse anime há um tempão ? Eu estava cheia de expectativas porque achei a sinopse muito interessante e o visual lindo, todo fofo, colorido e medieval, além de personagens que pareciam ser muito legais ! A questão é que o anime tinha tudo para agradar ao público, mas mesmo assim.... foi uma grande DECEPÇÃO.
Para relembrar a vocês um pouquinho, a história se concentra no jovem espadachim Rick e suas amigas que trabalham numa padaria. Até aí tudo bem, mostrar um pouco da vida normal deles como padeiros, agora gastar os dois primeiros episódios inteiros falando sobre nada mais do que pão já não é legal, né ? Pra vocês terem uma ideia, a primeira informação mostrada na sinopse é sobre uma tempestade que traz uma garota misteriosa para a ilha onde eles moram e a partir daí que a história se desenrola. Pois é, eles só mencionam tempestade no final do primeiro episódio, e passam os vinte e dois minutos restantes falando apenas sobre PÃO.
Continuando, as habilidades de Rick com sua espada são revelados no terceiro episódio, mas só são realmente usadas no sexto. E aí, meus caros leitores, vocês perguntam : "e o que acontece nesse meio tempo ?" E eu respondo : P* NENHUMA. Enrolação e mais enrolação envolvendo pão, muito pão. E fanservice. Claro, isso não podia faltar. Com a quantidade absurda de mulheres a mais do que homens, tem umas que não fazem diferença alguma na história, são quase NPCs para prender mais a atenção dos garotos telespectadores. Um belo exemplo disso são as três garotas principais : Neris, Aerie e Amyl. São completamente inúteis, só servem para encher o coração de fangirls com alguma esperança de shippar o principal com uma delas, mas no final poderiam facilmente se juntar em uma garota só, para ter menos enrolação.
"Vocês querem ação ? Vocês querem emoção ? Ah, quem precisa disso quando se tem roupinhas curtas e muito, muito PÃO ?"

Ah, e para vocês acharem que eu estou com uma fixação exagerada pelo pão mostrado na série, vou dar um desconto. O episódio 5 é só sobre sorvete. Há, toma essa, sociedade !
A bruxinha que tinha tudo para ser uma personagem incrível e muito útil, mas prefere  gastar seus quinze minutos de fama pesquisando a melhor receita de sorvete possível. *palmas*

Eu confesso que desisti de ver no sexto episódio, porque estava cansada de tanta enrolação absurda. Pra vocês terem uma ideia, euzinha, aquela que normalmente pula as cenas de luta em animes shonen estava implorando por uma batalha ! É de matar, né ?!
Mas como toda otaku curiosa, não resisti de pesquisar como foi o último episódio quando soube que a série acabou. Sinceramente, fiquei feliz porque não perdi ainda mais meu tempo tentando ver qual rumo que a história ia tomar.

 

Acho que esse anime serviu para eu aprender que não é só porque a história parece legal e os personagens são fofinhos e bonitinhos, e o ambiente parece místico que o anime possa seja bom. Ele pode ser, mas agora eu sempre terei um aviso realista na minha mente indicando "perigo ! Não aumente suas expectativas !" . O jogo realmente deve ser melhor, porque eu tenho quase certeza que eles não focam tanto no pão e fanservice desnecessário como no anime. Sim, tem lutas, mas eu já estava de tanto saco cheio da enrolação que isso nem me deixou com vontade de ver.

"Espadas ? Pft. Meu pão dá de dez a zero nelas."
E só pra terminar a minha indignação, cadê a opening perfeita do jogo ?! Por que colocaram uma outra chata e sem graça ?! Eu não achei no youtube a OP do anime, mas só pra vocês saberem, é chata.

Então é isso, pessoal. Desculpem se deixei alguém com vontade de ver na minha outra postagem... mas sério, não percam seu tempo.

XOXO, 
Giu


19 novembro, 2012

Vocaloid Meiko


Como prometido, estaremos falando sobre novos assuntos nesse revival do blog! E, para começar a falar dos vocaloids de forma mais específica, nada melhor do que começar pela Meiko! Meiko foi a primeira vocaloid japonesa a ser lançada, em Novembro de 2004 pela empresa Crypton Future Media.

Na época de seu lançamento a Crypton, percebendo o mercado Otaku como possível foco de consumidores, decidiu que seria interessante ter um avatar mais apelativo àquele público e lançou um produto ilustrado por um próprio funcionário da empresa, Shogo Washizu (que hoje nem trabalha mais lá u.u ). Enfim, o trabalho deu tão certo que no início Meiko vendeu 3000 unidades, o que na época era considerado um feito para um software tão underground! Esse sucesso de vendas foi o que influenciou mais tarde a criação dos Character Vocal Series (CVs). A partir daí surgiriam vários vocaloid com avatares, como Miku, Len e Rin, Luka, Gakupo, Gumi, entre outros...
Hoje em dia Meiko é a vocaloid da Crypton mais desconhecida, devido ao mercado Otaku exigir a presença de meninas mais jovens e fofinhas. Pobre Meiko...


Logo a seguir foi criado o vocaloid Kaito, próprio para harmonizar sonoramente com a Meiko.

A idade da Meiko é desconhida (não foi especificada pelos criadores), mas supõe-se que ela tenha aproximadamente 30 anos, não mais do que isso (pelo menos eu dou uns 27 para ela).

Cada vocaloid possui um item como mascote, o da Meiko é uma garrafa de saquê (ou qualquer bebuda alcoólica em geral).


Agora, uma músicas da Meiko, uma música dela e do Kaito (a Giu falará sobre ele a seguir) e a última da cantora original que foi utilizada na confecção de sua voz:










Espero que tenham gostado dessa Vocaloid ^^
Todas as informações foram tiradas do site Vocaloid Brasil.

XOXO
Carol-chan ;P

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