ISBN: 9788563219077 Título Original: The Last Song Páginas: 400 Sinopse: "Aos dezessete anos, Verônica Miller, ou simplesmente Ronnie, vê sua vida
virada de cabeça para baixo, quando seus pais se divorciaram e seu pai
decide ir morar na praia de Wrightsville, na Carolina do Norte. Três
anos depois, ela continua magoada e distante dos pais, particularmente
do pai. Entretanto, sua mãe decide que seria melhor para os filhos
passarem as férias de verão com ele na Carolina do Norte.
O pai de Ronnie, ex-pianista, vive uma vida tranquila na cidade
costeira, absorto na criação de uma obra de arte que será a peça central
da igreja local. Ressentida e revoltada, Ronnie rejeita toda e qualquer
tentativa de aproximação dele e ameaça voltar para Nova York antes do
verão acabar. É quando Ronnie conhece Will, o garoto mais popular da
cidade, e conforme vai baixando a guarda começa a apaixonar-se
profundamente por ele, abrindo-se para uma nova experiência que lhe
proporcionará uma imensa felicidade – e dor – jamais sentida.
Uma história inesquecível de amor, carinho e compreensão – o primeiro
amor, o amadurecimento, a relação entre pais e filhos, o recomeço e o
perdão – A ULTIMA MÚSICA demonstra, como só Nicholas Sparks consegue, as
várias maneiras que o amor é capaz de partir e curar seu coração."
Como digo para todas as pessoas que estão prestes a começar a ler Nicholas Sparks, prepare a caixinha de lenços de papel e a deixe bem próxima, porque, acredite em mim, você VAI precisar dela! Sparks nunca falha em entregar mensagens tocantes ou em contruir seus personagens. A única pequena diferença que achei nesse livro do resto de sua produção é que não tem uma mensagem reliogiosa como costumam aparecer em algumas obras dele. Como sempre, é um história cheia de reflexões sobre a vida, relacionamentos familiares e, é claro, tudo isso servindo de contexto para um incrível história de amor.
Acho que o que mais me irritou nesse livro era como a Ronnie de antes, a garota começa meio chatinhas ficando se fazendo de vítima o tempo tempo e sendo incapaz de enxergar o mundo fora de sua perspectiva egoísta. Mas é claro que ao longo do livro ela vai aprendendo com os seus erros. O que mais me atrai na obra de Sparks é que ele realmente é bom em fazer com que cada pequena ação tenha uma repercussão em seus personagens, dando a nós aquela sensação de que aqueles personagens são de carne e osso.
Sobre o filme não a muita coisa que se possa ser dita a mais. O roteiro é surpreendemente fiel (O único defeitinho que eu encontrei foi a rapidez e a superficialidade com que o personagem da Blaze é tratado em relação ao livro), os cenários são lindos e as atuações satisfatórias. A única coisa que pode ser realmente destacada é a forte química entre os atores principais, que confere ao filme um ar muito mais doce e agradável.
Diretor: Steve Antin Título Original: "Burlesque" Gênero: Romance e Musical Duração: 119 minutos ElencoOriginal: Cher (Minha mãe é uma sereia), Christina Aguilera (O pior trabalho do mundo), Cam Gigandet (A Mentira), Eric Dane (Grey's Anatomy), Julianne Hough(Rock of Ages), Kristen Bell (Veronica Mars), Stanley Tucci (O Diabo veste Prada) e Dianna Agron (Glee) Sinopse: " 'Burlesque' acompanha
uma jovem (Aguilera) que tenta escapar de seu passado vazio e se vê
realizando performances numa moderna e exótica boate burlesca de Los
Angeles. Cher será Tess, a dona da boate que
dará a primeira oportunidade à personagem de Aguilera. Kristen Bell
viverá Nikki, dançarina famosa da boate que se torna a maior rival de
Aguilera."
Burlesque acompanha Ali (Christina Aguilera), uma jovem de uma cidade do interior com uma bela voz, que escapa da vida dura e de um futuro incerto e vai para Los Angeles, para tentar tornar seus sonhos em realidade. Por acaso, ela chega a um teatro majestoso, porém em péssimo estado de conservação, The Burlesque Lounge. Ali é contratada como garçonete por Tess (Cher), dona e administradora do teatro. Os fantásticos figurinos de Burlesque e a coreografia ousada conquistam Ali, que se promete que, um dia, subirá ao palco do teatro. Logo, Ali fica amiga de uma dançarina (Julianne Hough), provoca o ciúme de uma dançarina desequilibrada (Kristen Bell) e conquista o amor de Jack (Cam Gigandet), que trabalha como bartman e músico. Com a ajuda de um esperto cenógrafo (Stanley Tucci) e o apresentador transformista (Alan Cumming), Ali consegue sair do bar e subir ao palco. Sua voz espetacular ajudar a recuperar a antiga glória do The Burlesque Lounge, porém somente depois que um empresário carismático (Eric Dane) chega com uma proposta tentadora...
Eu sou assumidamente LOUCA por musicais e costumo ser bem crítica com as adaptações dessas obras para a telona. E algo que ficou coçando atrás da minha orelha durante esse filme inteiro foi o fato de que ele não se enquadra no que seria um musical. Parece muito mais uma comédia-romântica em que de vez enquanto alguém canta. Nenhuma das músicas está vitalmente conectada com a história, nem aos personagens (Com a exceção de "You haven't see the Last of me, que na verdade tem até muito mais a ver com a história da cantora Cher do que a da sua personagem.)
Falando nas músicas, particulamente, achei um pecado ter um musical com Christina e Cher estrelando e não ter nenhum dueto entre as duas!!!
Não tivemos nenhuma atuação digna de um Oscar aqui, mas já estou mais que satisfeita com o desempenho da Christina (Trauma da Britney Sperar atuando...). Cher está cada vez com uma cara mais estranha... Stanley repete seu papel de "Diabo Veste Prada" e Cam não é um excelente ator, mas é bonitinho. (So, Who gives a fuck? hahahaha) Enfim, o roteiro tenta misturar dois dos musicais mais incríveis da vida (Moulin Rouge e Chicago), mas o resultado final não chega nem aos pés de nenhum dos originais...
E vocês o que acharam? Concordam ou discoradm de mim?
Bjuos,
Fernanda
Diretor: Rich Moore Título Original: "Wreck-It Ralph" Gênero: Animação, Comédia e Aventura Duração: 101 minutos ElencoOriginal: John C. Reilly (Chicago), Jack McBrayer (Os Candidatos), Sarah Silverman (Entre amor e a paixão), Alan Tudyk (Suburgatory) e Jane Lynch (Glee) Dublagem: Tiago Abravanel (Salve Jorge), Rafael Cortez (Apresentação do CQC) e Mari Moon (Ex-VJ da MTV) Sinopse: "Ralph é o vilão de 'Conserta Félix Jr.', um popular jogo
de fliperama que está completando 30 anos. Apesar de cumprir suas
tarefas à perfeição, Ralph gostaria de receber um maior reconhecimento de
Felix Jr. e os demais habitantes do jogo, que nunca o
convidam para festas, nem mesmo o tratam bem. Para provar que merece
tamanha atenção, ele promete que voltará ao jogo com uma medalha de
herói no peito, no intuito de mostrar seu valor. É o início da
peregrinação de Ralph por outros jogos, em busca de um meio de obter sua
sonhada medalha. Nessa jornada seu caminho acaba se cruzando com o deVanellope von Schweetz uma “falha no sistema” vinda de um jogo de corrida de carts açucarada. Será que ele conseguirá salvar todos os jogos fliperama antes do“Game Over” definitivo?"
Devo admitir que, ao contrário da maioria dos meus amigos, não estava muito animada pelo lançamento desse filme e o motivo é bem simples: Achava a premissa do filme pouco original. Pra mim parecia que a Disney havia pegado todos os elementos que tornaram outros filme de animações populares nos últimos tempo e juntou todos eles em um só.
Afinal, video-games que ganham vida quando ninguém está olhando? Acho que todos já estamos mais do que familiarizados com a saga do "Toy Story". Um vilão que quer se redimir e virar bomzinho? Usado em "Megamente" e em "Meu Malvado Favorito".
Só que, como a Disney é a Disney ela não criou um filme clichê daquelas que te dão uma enorme sensação de Deja-vú, ela conseguiu o feito de criar uma história que é capaz de representar muito bem a sua época.
Primeiramente, a Disney se rende aqueles que tinham seus lanches roubados na escola, mas agora dominam o mundo: Os nerds. A cultura nerd é está presente no mundo dos video-games servem de cenário para o longa e o que não faltam são referências à outros jogos (Sonic é um dos quais raramente não está presente na cena...) e à cultura pop.
(É possível jogar o jogo "Conserta, Félix Jr." no site oficial, clicando nesse link.)
Curiosidade: O vilão "Ralph" foi inspirado num velho conhecido dos gamers de plantão: Donkey Kong. E, nada foi dito oficialmente, mas alguém vai negar que o Félix Jr lembra muito um certo encanador bigodudo?
Voltando ao enredo uma outra que anda bem em alta são eles: Os protagonista excluidos da sociedade. Assim como o vilão a Ralph a fofa corredora Vanellope sofre constantemente bullying de suas colegas de jogo por ser uma falha no sistema, mas nem por isso se deixa abater e luta para conseguir realizar seu sonho de ganhar uma corrida.
Pelo tamanhozinho da corredora, ficava meio difícil para a Disneuy colocar um relacionamente amoroso entre os dois protagonistas, por isso a cota de casal fica com Félix Júnior e a Sargento Calhoun, uma comandante durona saida do jogo "Missão de Herói". (PS: "A resolução do seu rosto é TÃO alta..." foi com certeza a minha fala preferida do filme!)
Se tivesse que escolher diria que a minha cena preferida foi com certeza o grupo de apoio dos vilão anônimos "Um jogo de cada vez". Simplesmente genial!
O roteiro é muito bem costurado e tem uma revelação no final que, pelo mesnos eu achei, é inusitada. Apesar de ser um filme destinado aos mais jovens, ele tem um apelo para os mais velhos muito grande ao trazer um sentimento de nostalgia muito forte com os jogos "retrô" (Coff... Coff... Toy Story de novo?)
Detona Ralph foi uma aposta muito segura da Disney e é um filme capaz de agradar muito o público, mas que, infelizmente, carece de um pouco de originalidade.
Título Original: Take this Waltz Data de Lançamento: 7 de dezembro de 2012
Gênero: Comédia Dramática
Duração: 116 min
Diretor e Roteirista: Sarah Polley Fotografia: Luc Montpellier Música: Jonathan Goldsmith
Elenco: Michelle Williams, Seth Rogen, Sarah Silverman, Luke Rogan
Produtor: Susan Cavan, Sarah Polley
Produção: The Harold Greenberg Fund
Sinopse: Margot tem 28 anos e vive um casamento feliz com Lou, um amável escritor de livros de culinária. Ela então conhece Daniel, um artista que mora do outro lado da rua, e as certezas sobre a sua vida doméstica se desfazem.
Sinceridade? Uma palavra poderia definir esse filme: monótono.
Sei que serei linchada por isso, pois várias outras resenhas desse mesmo filme pela webdizem exatamente o contrário, mas sigam meu raciocínio até o final antes da "humilhação em praça pública" (piada interna para quem viu o filme hehe uma cena logo do início é a representação atual de uma punição medieval em um parque temático).
Vamos começar pela história.
Margot (Michelle Williams) é uma escritora freelancer e se interessa a primeira vista por Daniel (Luke Kirby) em uma viagem a trabalho, sendo, porém, casada com Lou (Seth Rogen). O problema é quando, na viagem de volta, Margot descobre que Daniel é ninguém menos do que seu novo vizinho, complicando um pouco a situação.
Casada há 5 anos, a vida do casal já entrou na rotina; não é, porém, infeliz. São amigos e se amam, mas o fogo da paixão já sumiu faz muito tempo e isso faz falta para Margot, quer dizer, ela anseia por algo novo. Não consegue, contudo, definir que "algo novo" é esse, ou o que a incomoda na própria vida. O casal começa a ver, portanto, o relacionamento deteriorando-se não se sabe como nem porque, nem o que fazer para impedir.
Os encontros com Daniel, premeditados por ambos (que começam a seguir um ao outro), renovam um nervosismo antigo sentido por Margot e consumam o início de uma paixão, cheia de promessas e sonhos. Assim, o nome do filme em português, apesar de não tão poético como "Aceite essa valsa" (Take this waltz), define exatamente o conflito interno da protagonista.
Não define porém o que, na minha visão, é o real problema dela. O longa é repleto de falas-metáforas sobre o próprio filme, como por exemplo:
"Eu me lembro quando minha sobrinha, Tony, era recém-nascida. Eu tomava conta dela algumas vezes e ela chorava, como bebês fazem. Nove vezes de dez eu conseguia resolver o problema, mas... algumas vezes, quando estou andando pela estrada e um raio de luz do sol incide de uma certa maneira na estrada eu simplesmente quero chorar. E um segundo depois, acabou. E eu decido, porque sou uma adulta, a não sucumbir a melancolia momentânea. Acontece o mesmo as vezes com Tony. Ela somente teve um momento assim. Um momento que, sem saber como, ou por que, ela só se deixa levar. e não havia ninguém que pudesse fazer ela se sentir melhor - era só ela, e o fato dela estar viva, colidindo."
Ao que Daniel responde:
"Ou talvez você não tenha simplesmente descoberto o que é."
Em ambas, Margot tenta expressar a incapacidade de entender porque não está satisfeita com a própria vida. Está inquieta e impaciente. Incompleta.
É essa a questão, o que falta, na verdade, não é uma nova "paixão", o marido poderia ser tanto Lou, como Daniel que o resultado seria o mesmo; o que ela precisa é aquilo que todos os seres humanos buscam, um sentido para a própria vida, esse algo mais que as vezes falta.
Geraldine (Sarah Silverman) - a irmã alcoólatra, mas já em reabilitação, grande amiga de Margot - diz em certo momento do filme justamente isso para a protagonista, comparando sua fuga pela bebida a tentativa da outra de completar a própria vida com algo como Daniel.
O filme, dessa forma, cumpriu ao que se propôs, quer dizer, estabeleceu uma história mais próxima do real de muita gente por aí, transparecendo a inquietude e a monotonia do cotidiano de Margot. As filmagens paradas, as músicas lentas e depressivas, os momentos de solidão constroem perfeitamente a chatice da vida da outra. Tornam o longa, entretanto, chato a vera também!
No meio do filme eu já não ligava mais de Margot ia querer ficar com Lou ou com Daniel, ou ia descobrir que sua vocação era ser astronauta e ir pra NASA, tudo o que eu queria é que aquilo chegasse ao fim. Eu sou super adepta de filmes não-Hollywoodianos, mas cenas de 5 minutos mostrando Lou cozinhando e Margot olhando o nada repetidas vezes me fizeram considerar a possibilidade de sair da sala.
Além disso, Margot é uma personagem muuuuuito irritante. O nível de indecisão dela supera até o meu e torna ela tão inconclusiva e agoniante que te dá vontade de entrar no filme e chacoalhar ela pelos ombros gritando "ACORDA MULHER! ESCOLHE, DROGA!".
Ao mesmo tempo, a relação dela e do marido, apesar de fofinha, tem umas brincadeiras tão esquisitas... Por exemplo, os dois gostam de falar o que de horrível fariam com o outro e aquele que falar o que faria de mais terrível não só ganha a brincadeira como seria aquele que "ama mais".
Assim eles passam incontáveis cenas dizendo um pro outro coisas do tipo:
"Eu te amo tanto que estupraria você com duas tesouras fazendo vocês sangrar até morrer."
E eu juro que não inventei essa fala. Ela existe mesmo.
Assustador, não?
Aqui vai o trailer:
O trailer é bem legal, né? hahaha bem animado e com, na minha opinião, a melhor fala do longa (aquela que transcrevi), mas enfim.. ahhaha
Em suma, não importa o quanto a crítica fale bem desse filme, ele pode até ter passado o que ele queria passar, mas não me fez ter vontade alguma de refletir, só de dormir, então para mim não foi uma boa obra nem provocou a reação esperada.
Não recomendo, mas tem muita gente renomada por aí recomendando, logo você pode acabar gostando!
Quanto tempo!! Sentiram falta de mim? =D
(Por favor, não
respondam. Tenho medo da resposta. rs)
Pois é, né? Não posto faz quase 8 meses! Mas tenho uma
desculpa muito boa esse ano que se chama “vestibular”. Essa criaturinha acaba com a sua vida social
e te tira das órbitas durante um ano inteirinho, colocando você no incrível
novo mundo da paranoia pré-prova. Mas
agora, depois de diversos compromissos,provas e simulados, estou LIVRE!
LIVRE! LIVRE! MUAHAHAHHA
“Liberdaaaaaaaaade;
Liberdaaaaaaaaaaaaade; Abre as asas sobre nós..”
E agora que vocês estão devidamente apresentados corram
para as colinas é hora de comemorar essa vibe alegre de férias com gostinho de vitória! Para isso, vou falar hoje de uma das melhores
animações de todos os tempos que já passaram nas telas: Totoro!
O diretor e roteirista, Hayao Miyazaki, é também o mestre
por trás das conhecidíssimas obras (te desafio a dizer esses nomes em voz
alta):
O castelo no céu -Tenkû no shiro Rapyuta
Serviço de entregas da Kiki- Majo
no takkyûbin
Princesa Monoke – Monoke-hime
O castelo animado -
Hauru no ugoku shiro
A viagem de Chihiro - Sen
to Chihiro no Kamikakushi (Paixão geral da nação e my personal trauma infantil. Só vi esse
filme uma vez, no cinema, quando lançou e lembro de algumas partes assustadoras até hoje. Uma palavra: porcos. O.o .. Se você viu, sabe do que estou falando...)
E o incrível Meu Vizinho Totoro - Tonari no Totoro.
O longa animado de 1988 apresenta a história de duas irmãs
que se mudam com o pai para um local mais próximo ao hospital em que sua mãe,de
saúde frágil, se recupera de uma longa doença e está prestes a
voltar a viver em casa.
As duas irmãs estão beeem animadas com a mudança para a grande e antiga casa com seu lindo jardim e tomam, logo no primeiro dia, um susto com os pequenos seres de fuligem que ali moram.
Perto da casa, Satsuki (irmã mais velha) e Mei (mais
nova) descobrem uma enorme árvore – um pouco parecida com a árvore do Rei Leão.
Lá, depois de uma passagem secreta a casa do
grande Totoro, as meninas passam a ter incríveis aventuras com vários seres
mágicos da floresta , dentre eles duendes, pequenos espíritos e "mini" totoros.
(Os totoros seriam os deuses da floresta.)
Nesse meio tempo, Satsuki e Mei conhecem seus vizinhos, fazem novos amigos e começam a se acostumar com a vida que levam em uma cidade diferente. Assim, aparecem personagens como a vovó Nani - divertida e misteriosa - e o tímido Kanta - vizinho e colega de sala de Satsuki.
Quando, porém, o fim da internação da mãe é adiado, o medo
toma conta de Satsuki, que teme perder a mãe.
Assustada também com a reação da mais velha, Mei - apesar de não
entender direito o que está acontecendo - foge com legumes frescos para
entregá-los à mãe no hospital, pois na sua mente infantil acredita que “verduras
frescas fazem bem para a saúde” e que podem curá-la.
O filme do estúdio Ghibili é muito bonito e doce; ótimo para se assistir com a
família ou com os irmãos menores. As lindas paisagens e cenas são inspiradas, inclusive, na infância de Miyazaki, que teve sua mãe hospitalizada quando era menor. Também apresentam uma leve influência das "Aventuras de Alice no País das maravilhas" de Lewis Carrol, como por exemplo na parte que Mei encontra a passagem secreta seguindo o pequeno totoro.
São 86 minutos de puro encanto!! É considerado por muitos o
filme do Hayao que melhor captura essa mágica da infância, apresentando uma mistura de simplicidade com toques tão viajadamente fantásticos!
Não acreditam? Pois bem! Chutem a produtora... A Disney!! Isso mesmo, se a Disney produziu esse filme no mesmo ano de Cinderella, não tem como não ser mágico.
As músicas de Hisaishi Jo também são muito bonitas, nunca vão sair da sua cabeça (muahahhahahah)
E como eu via na casa da minha avó em VHS (*O*) quando era
menor, faz sentido esse filme ser tão mágico pra mim. Tenho até o bichinho de pelúcia e um chaveirinho!!
Tem de tudo do Totoro, na verdade. O filme é tão bom e tão lindo que o personagem em si do "Totoro" virou símbolo do Ghibili Studios e febre, acho que até pia de totoro (?) deve ter..
Mas se querem saber uma curiosidade, enquanto a estréia de bilheteria não teve o sucesso esperado, os bichinhos de pelúcia do Totoro lançados em 90 venderam quase o suficiente para, sozinhos, sustentarem o estúdio inteiro!
Vocês não tem noção do quanto eu sonho com essa cama....
Outra curiosidade? já vou avisando, essa daqui é bem mórbida!
Bem, existem rumores de que a história é baseada em um caso semelhante que aconteceu há duas irmãs no interior do japão também chamadas Satsuki e Mei. Só que nesse caso, o final não era tão bonitinho não..
Mei, ao se perder, teria realmente se afogado no lago e a irmã mais velha, que não conseguia aceitar a morte da mais nova, teria se suicidado depois de procurar desesperada pelo "Deus da Morte" (o que seria representado no filme pelo Totoro). A parte mais bizarra é que relatos contam que a "Satsuki real", antes de se matar, divagou histórias sobre um "gato e um guaxinim gigantes".
Mas vocês conhecem essas lendas urbanas tão bem quanto eu... Costumam ser tão verdadeiras quanto a Xuxa ter pacto com o diabo.
...Se bem que, no formol do jeito que ela está a gente nunca sabe!
Voltando ao filme.. Aqui temos uma réplica da nova casa da família:
Fiquem também com o trailer do filme (acho que esse é fanmade, mas eu gostei):
E para fechar com chave de ouro, olhem que máximo:
Ah! Para que não role nenhuma dúvida: Super recomendo, não importa a sua idade!
Ps. A Mei é a minha personagem preferida!!!! E a de
vocês?
Ps2. Eu sempre quis fazer carinho no Totoro!
Ps3. CARA, eu SEMPRE quis entrar naquele gato. Imagina como aquele "chão" deve ser fofinho?? Sem brincadeira, já sonhei com o ps2 e o ps3 mais de uma vez!! aahahahahahah
Todo mundo passa pela experiência de perder uma
postagem... (não sei por que eu nunca aprendo a salvar no word primeiro). Bom,
então aqui estou eu de novo falando sobre o filme Branca de Neve e
o Caçador! Não vai sair exatamente igual minha última postagem, mas
prometo que vou tentar! E, para compensar, peguei imagens melhores!
Elenco:Kristen Stewart, Charlize Theron,
Chris Hemsworth, Bob Hoskins, Ray Winstone, Ian McShane, Toby Jones, Nick
Frost, Sam Claflin, Eddie Marsan, Lily Cole, Vincent Regan.
Direção:Rupert Sanders
Gênero:Aventura
Duração:127 min.
Distribuidora:Fox Film
Orçamento:US$ 100 Milhões
Estreia:1º de Junho de 2012
Sinopse:Em
'A Branca de Neve e o Caçador', Branca é uma incrivelmente bela jovem
com cabelos escuros, peles claras, e lábios avermelhados. A beleza de Branca de
Neve é o seu maior problema, pois quando ela vira a mais linda de todas, ela se
transforma em uma ameaça para sua Madrasta, Ravenna.
Porém, o que a malvada tirana nunca imaginou, é que a jovem que
ameaça seu reinado vem treinando a arte da guerra com o caçador (Chris
Hemsworth, Thor), que foi enviado para matá-la. Sam Claflin (Piratas do Caribe:
Navegando em Águas Misteriosas) se une ao elenco como o príncipe há muito tempo
encantado pela beleza e pelo poder de Branca de Neve.
Bom, antes de tudo eu devo dizer que me surpreendi com Kristen
Stewart no papel. Ela não está com aquela cara de bunda Bella Swan que
todos nós já nos cansamos de ver. Não sei se combinou exatamente para fazer o papel de menina pura, mas foi melhor do que eu esperava! Chris Hemsworth está divino (got it? Divino...
Thor...? Ok, vou calar a boca u.u), mesmo no papel de um bêbado bronco! E não é
a toa que Charlize Theron ganhou um oscar. Ela ficou ótima no papel de Rainha
Má, não preciso dizer que ela é uma mulher linda (*invejinha*).
As paisagens do filme eram de tirar o fôlego, os figurinos de
época então... Tudo muito bem feito! Até os efeitos especiais eram ótimos nesse
filme! Apesar de eu achar que a história ficou meio viajada com trasgos, fadas
e espíritos da floresta, não posso reclamar, porque os efeitos estão show!
Tanto os bonitinhos - como as fadinhas - quanto os macabros - como as alucinações
na Floresta Negra.
Achei que o filme teria um lado de romance, tipo em A Garota da Capa Vermelha (em que os conflitos amorosos entre Valerie e os dois caras que gostam dela faz parte importante da história), mas não foi isso o que aconteceu. Branca de Neve e o Caçador foca mais é nas lutas e na aventura de Branca de Neve em completar sua missão de vingar o pai e assumir o trono.
Uma
coisa que achei para essa segunda postagem foram curiosidades:
àO filme teve locações no Reino Unido e Estados Unidos.
àAs atrizes Felicity Jones (Caíndo no Mundo),EmilyBrowning(Desventuras em
Série) e Alicia Vikander
(Love) fizeram testes
para interpretar Branca de Neve, mas Kristen Stewart assumiu o posto em janeiro
de 2011.
àAs atrizesAngelina JolieeWinona Ryderchegaram a ter seus nomes considerados
para viver a Rainha Má, personagem de Charlize Théron.
àTheron, por sinal, deixou o filmeJ. Edgar(2011) para pegar o papel.
àDurante meses,Viggo
Mortensennegociou
com os produtores para viver o personagem Eric, o Caçador, mas a conversa não
teve um final feliz e o ator desistiu em março de 2011.
àEm abril do mesmo ano, o papel chegou a ser oferecido paraHugh Jackman, que também o recusou logo em seguida.
àOs atoresJohnny Depp, Tom Hardy eMichael
Fassbenderforam
cogitados para viver o Caçador Eric, mas Chris Hemsworth assumiu o personagem
em maio de 2011.
àO trono da rainha Ravenna levou três meses para ser
construído. Inspirado no trono fúnebre da rainha Vitória, foi elaborado para
que parecesse imponente. Ele ainda tem diversas esculturas e entalhes evocando
a morte, no intuito de ressaltar o poder diabólico da personagem.
àDurante as filmagens, ao rodar uma cena de luta,Kristen
Stewartacertou
um soco no rosto deChris
Hemsworth, deixando-o com um
olho roxo.
àAs filmagens tiveram que ser interrompidas em outubro de 2011
devido a um acidente ocorrido com Kristen Stewart ao rodar uma cena de luta com
os anões. A atriz teve um problema no ligamento, que a afastou temporariamente
dos sets.
àBranca de Neve e o Caçadorfoi produzido ao mesmo tempo queEspelho,
Espelho Meu, que também traz a
história da Branca de Neve.
E, para finalizar o post, o trailer! Adimita: o
filme não traz um quê de Game of Thrones?
Beijos e até a próxima!
Carol
P.S.: Pode deletar essa postagem o quanto quiser, Google ou qualquer força estranha da natureza!! Salvei esse post em um documento de word e vourepostá-lo quantas vezes for necessário! MWA HA HA HA HAAAA xD !!!
Produtor: Amadeo Pagani, Mrco Bechis,
Caio Gullane e Fabiano Gullane
Ano: 2008
Gênero: Drama
Duracão: 108 min
Sinopse: Grupo de índios deixa sua
terra para reivindicar a devolução de terras pertencentes a seus ancestrais.
Terra Vermelha não é um documentário,
mas bem poderia ser um reality show que mostra as dificuldades do dia a dia de
uma família indígena no nosso país.
Nas últimas
duas semanas, muito se tem falado na internet sobre uma carta escrita pelos
Guaranis-Kaiowa (lê-se Caiová) com uma ameaça de suicídio coletivo por parte dos
índios. Milhares de pessoas aderiram à causa para chamar a atenção para o drama
de 170 índios da comunidade Pyelito kue/Mbrakay, que reivindicaram um pedaço de
terra de dois hectares de extensão, numa fazenda de 700 mil hectares.
Essa situação
é muito semelhante com o que se passa no filme, que foi feito em 2008. Isso só
mostra como, ainda hoje, a situação dos índios no Brasil não mudou. Mas, se
você pensa que esse é um conflito de apenas quatro anos, está muito enganado!
Essa luta por terras começou a muitos anos, mas
desde o início do século XX se intensificou – principalmente a partir do Estado
Novo (1937-45) de Getúlio Vargas, quando iniciou-se a ocupação pelos brancos
por terras do Centro Oeste. Com a competição muito acirrada entre as fazendas
do Sul, muitos gaúchos venderam suas terras e foram atrás de terras “devolutas”
na outra região.
Acontece que
nessas terras “devolutas” viviam gente. Os índios Guaranis-Kaiowa foram
expulsos da terra de seus antepassados e confinados em reservas indígenas pelo
governo federal. “Bom”, você pode
estar pensando, “pelo menos eles viveram
felizes na reserva...” ERRADO!
De acordo com a reportagem que saiu nessa terça-feira
na revista Amanhã, do jornal O Globo,
as cestas básicas não garantem comida todo dia. Sua distribuição é
complementar, o problema é a falta de acesso a terra. Confinados em reservas como
a de Dourados, onde cerca de 13 mil índios ocupam 3,5 mil hectares, eles
encontram-se numa situação sufocante. Não há lugar suficiente para todos de
forma que garanta uma boa qualidade de vida. A desnutrição infantil toma conta
da população tanto para os índios que vivem na beira de estrada como para
aqueles que vivem em reservas.
Muitos
índios, sem esperanças ou perspectivas para o futuro, encontram alívio no
alcoolismo e, no caso de jovens de 15 a 29 anos, no suicídio. Isso é bem
retratado no filme.
“Por que não o governo não oferece mais
reservas para os índios? Porque não reservas em terras devolutas do Incra, fora
das áreas de produtores rural?”
Essa é uma
ótima pergunta. Acontece que para os índios Guarani-Kaiowa a terraa qual
pertencem é a terra onde estão sepultados seus antepassados. Para eles, a terra
não é uma mercadoria – a terra é. Eles estavam lá primeiro, lembra-se?
Com a redemocratização
do país após a ditadura, os índios passaram a olhar com esperança para a nova Constituição
em 1988. Os territórios indígenas deveriam ser demarcados pelo Estado no prazo
de cinco anos. Mas não foi. Os sucessivos governos que se seguiram após 1988
não se esforçaram para conter essa situação.
Os indígenas
escreveram, então, uma carta: “Presidente
Dilma, a questão das nossas terras já era para ter sido resolvida há décadas.
Mas todos os governos lavaram as mãos e foram deixando a situação se agravar.
(...) Nós não podemos mais esperar. Não nos deixe sofrer e ficar chorando
nossos mortos quase todos os dias. Não deixe que nossos filhos continuem
enchendo as cadeias ou se suicidem por falta de esperança de futuro. (...)
Devolvam nossas condições de vida que são nossos tekohá, nossas terras
tradicionais. Não estamos pedindo nada demais, apenas os nossos direitos que
estão nas leias do Brasil e internacionais.”
O final do conflito depende de muitas decisões
judiciais que ainda levarão tempo, mas os Kaiowa já conseguiram milhares de
adeptos da causa.
Espero que
você tenha lido meu testamento até o final, rsrs.
Mas esse é
um tema sério desenvolvido pelo filme, e espero que pelo menos tenha conseguido
fazer você refletir.
Então, como todos já devem saber começaram as filmagens de "O Mar de Monstros" e navegando pela internet achei algumas fotos do set de filmagens! Então, que tal dar uma espiadinha naquele que promete ser o próximo Blockbuster de Hollywood?
Até que para um ciclope esse Tyson não está nada mal, né pessoal?
Olha só quem finalmente resolveu ficar loira! Só um pouquinho atrasada...
Os protagonistas gravando uma cena:
É pelo jeito o roterista desses filmes não sabe mesmo encontrar a descrição do cabelo das personagens do livro, porque aqui está nossa Clarisse loirinha da Silva:
E algumas imagen, nem tão boas, da Parcas do filme: (Se os cabelos não combinam, a maquiagem tem que compensar, né Produção?)
Então é só por hoje, pessoal!
Mas qualquer novidade que sair vamos avisar vocês por aqui! ;)
Bjuos
Fê
Roteirista: Suzanne Collins, Billy Ray e Gary Ross Título Original: Hunger Games Lançamento: 23 de Março de 2012 (Ou seja, hoje. Quer dizer, tecnicamente, ontem.) Gênero: Ação Classificação: Não recomendado para menores de 12 anos
Duração: 142 minutos
Elenco: Jennifer Lawrence (X-men: Primiera Classe), Liam Hemsworth (A Última Música), Josh Hutcherson (Ponte para Terabítia), Elizabeth Banks (Três vezes Amor), Stanley Tucci (O Diabo Veste Prada), Lenny Kravitz e Donald Sutherland (Orgulho e Preconceito)
Baseado no livro "Jogos Vorazes" de Suzane Collins (gente, que hipster! Fiz a resenha antes do filme ser lançado! - Para lê-la, clique no link no nome do livro), primeiro da série de mesmo nome, o longa promete dar "ibope" no público, principalmente adolescente.
Com uma estimativa de 130 a 140 milhões de dólares de lucro (surreal esse número! quem dera..haha), já se prevê que a série, apesar de possuir somente três livros, (eu queria que tivesse maaaaaaaaaaaaaaaaaaaaais, mas não vou reclamar porque gostei do final..) será contada em quatro filmes, dividindo-se o último ("Esperança") em dois.
Mas do que se trata essa coisa afinal? Para aqueles preguiçosos cansados leitores de sexta a feira a noite, que realmente não estão a fim de ler a minha resenha do livro -
Leitor do Blog distraído: "Que resenha?" Blogueira eu mais distraída ainda fofa P: Essa resenha ----> AQUI -
vou colocar aqui uma bem resumida sinopse da história (para uma mais completa, clique no link acima):
Katniss (Jennifer Lawrence) é uma garota de 16 anos do Distrito 12.
Desde a rebelião contra a capital, os 12 Distritos vivem em uma delicada situação financeira e precária qualidade de vida de sua população, que trabalha para abastecer a Capital.
Katniss não foge a regra, e caça escondida para sustentar a mãe viúva e a irmã mais nova, Prim, a pessoa que mais ama nesse mundo. Como uma forma de relembrar e alertar a população do poder da Capital e da impotência da população, tentando controlar qualquer tipo de revolta,a própria Capital promove uma vez por ano um grande festival chamado os "Jogos Vorazes" (Hunger Games), no qual cada distrito deve oferecer dois tributos para lutarem até a morte em um grande "reality show".
Para salvar a irmã, sorteada como tributo, Katniss se voluntaria, tomando o lugar da caçula. Junto com ela, é sorteado Peeta (Josh Hutcherson) , um garoto com o qual mantêm uma antiga e secreta lembrança em comum.
Jennifer de várias formas diferentes como Katniss
Jennifer Lawrence faz uma ótima Katniss! Ela atua bem e é a cara da Katniss, na minha opinião. Eu super imagino a Katniss assim e ela fez muito bem o gênero de durona dela! Apesar de ter preferido a personagem no livro, creio que é porque no livro tudo é sempre mais completo, além de que nele eu podia ler seus pensamentos ; já no filme, não é como se ela contasse a história, mas a história a seguisse (ela é a protagonista, mas não é a narradora); dessa forma, obviamente não temos a Katniss por inteiro.
De qualquer forma, Jennifer conseguiu passar bem a ideia, o carácter e o jeito dela. Gostei.
Preciso dizer q é o ♥ Josh??
Sobre o Josh Hutcherson, o que posso dizer? Não tenho como ser imparcial... Quer dizer, ele é fofo e lindo! He. O que eu quero dizer é que o Josh faz um bom Peeta, mesmo que o cabelo dele seja melhor castanho do que loiro. Novamente comparando com o livro, acho que o Peeta do enredo era mais "coitadinho" do que no filme, pois deixavam mais explícito que Peeta nem sabia que toda aquela história era encenação; ou seja, que ele falara a verdade desde o início. Ademais, tinham mais cenas fofas com o Peeta e mais detalhes, mas isso é normal. De qualquer forma, acho que o melhor ator que poderia ter feito o Peeta é o Josh mesmo, que já tem aquele jeitinho fofo que combina e sei lá, ele tem a aura do Peeta.
Acho que a escolha de elenco foi mesmo muito boa, porque mesmo que alguns atores não fossem lá muito semelhantes aos personagens da série, todos eles tinham as auras dos personagens.
Cinna (Lenny) lindo e Katniss (Jennifer)
Por exemplo, o Cinna (Lenny Kravitz) , pelo o que eu lembro, tinha olhos verdes e não era negro, mas eu ADOREI esse novo Cinna! Lenny conseguiu entender muito bem a essência do Cinna e passá-la de um modo que, bem, eu já adoro o Cinna no livro, e, no filme, eu consegui gostar dele tanto quanto (é que é muito difícil eu gostar mais ainda dele no longa, porque eu já gosto muuuuuuuuuuuuuuuuuuito dele no livro, muito mesmo!).
Woddy Harrelson como Haymitch,
Estilo: Sawyer
Outro diferente é o Haymitch (Woody Harrelson), que no livro tem cabelo castanho encaracolado (se não me engano) e no filme tem o cabelo liso com mechas loiras, o que acabou deixando-o igualzinho ao Sawyer, interpetado por Josh Holloway, em Lost. Não me importei. Haymitch já tem uma vibe entre Sawyer e House, por isso, acho que combinou.
Elizabeth Banks como Effie Trinket
Estilo: Vampira
Já a Effie, Elizabeth Banks, (a prima de terceiro grau da Umbrigde) e seu cabelo rosa..... Ela ficou muito esquisita no filme! Ainda gostei dela e da "afetadice" inicial um pouco irritante, mas que depois é engraçada, mas ela ficou parecendo um vampiro de rosa com aquela maquiagem e roupa. Eu sei que foi de propósito, mas mesmo assim..
Falando em vampiros e cores, eu achei a filmagem um pouco escura demais. Concordo em escurecer em alguns momentos de acordo com momentos mais tensos do filme, porém eu sinto como se faltasse cor quando o filme inteiro praticamente passa com uma tela mais dark. Isso é definitivamente algo que eu gostaria de dizer pra os estúdios de "Harry Potter", que fizeram isso MUITO no 5, 6 e o 7 (nas 2 partes) e são os mesmos estúdios de Jogos Vorazes, mania chata!
Outra coisa que não gostei da câmera foi que ela ficava se mexendo demais! Dar uma tremida e um zoom de vez em quando nesses filmes com cenas de ação mais... hm.... realísticas (sanguinolentas) é bom pra dar mais veracidade a cena. Acho que ajuda na hora da construção de uma cena mais dramática, ou até pra mostrar o ponto de vista de um determinado personagem em certo momento da história. Agora, o tempo todo tremendo e em zoom incomoda!
E o momento que a Katniss é picada pelas teleguiadas e alucina? Geeeeeeeente, o que foi aquilo no filme?!? A tela quicando, indo e voltando, parecia remix!
Já o roteiro, por outro lado, foi muito bem feito! Estão de parabéns, além de obviamente a Suzanne Collins, tanto o Billy Ray, quanto o Garry Ross. É claro que cortes foram necessários, e que sim, o livro é melhor, mas a adaptação foi bem fiel até. Aprovada.
Como Katniss é, assim como comentei anteriormente, protagonista e não narradora, o filme não apresenta só o ponto de vista dela, diferentemente do livro. Dessa forma, pode apresentar conversas privadas do presidente Snow, ou até a rebelião no Distrito 11, o que Katniss só chegaria a saber no segundo livro, "Em Chamas".
A única coisa que eu não gostei mesmo da adaptação, além de alguns cortes (tipo uma parte maior de tempo que a Katniss passa com a Rue, ou o pai do Peeta e o Presidente Snow falando com ela antes dos jogos) foi a questão de terem sumido com a Madge no filme (a filha do prefeito) e não ser ela a dar o tordo para a Katniss, mas ela comprar o tordo, o que fez com que perdesse um pouco o sentido e a graça do broche. Também senti muita falta do pão que o Distrito 11 comprava pra Katniss que não apareceu e era muito lindoo.
Agora, voltando aos personagens...
Liam Hemsworth como Gale
Estilo. Ponto.
Gale (Liam Hemsworth) foi exatamente o que eu imaginava dele! Tudo bem que ele não apareceu muito, mas o jeito de falar, a aparência física, tudo do Liam me lembrou o Gale! Arrasaram nessa escolha. (E, gente, uma frase: Um filme que tem o Josh Hutcherson, o Alex Ludwing e o Liam Hemsworth NÃO pode ser ruim.)
A Rue (Amandla Stenberg) ficou perfeita também! Muito fofinha e boa atriz! Fez um dos papéis principais em Colombiana que lançou em agosto 2011 (não faço ideia de qual seja esse filme...).
Já o Cato... bem, não sabia que o Alexander Ludwing conseguia fazer um personagem tão sádico!
A parzinha do Cato... qual mesmo o nome dela? Ah, sim! Clove (Isabelle Fuhrman). Ela me dá medo. Mas tudo bem, porque ela sempre me deu medo, desde que apareceu no livro.
A Prim (Willow Shields) ficou parecida também, apesar de aparecer somente o lado mais frágil dela no filme, ao invés do mais alegre, otimista e delicado que também é evidenciado na série.
Ah! E o Donald Sutherland como Presidente Snow, apesar de não ter aparecido muito nesse filme, acho que dará um bom vilão.
Por fim o único personagem que eu acho que não combinou: Caesar Flickerman. Nada a ver colocarem o Stanley Tucci! Eu adoro ele, mas ele não combinava em nada com o Caesar, tanto em personagem como aparência quanto em jeito do personagem. Não gostei dele como apresentador, imaginava algo completamente diferente.
Todos eles felizes e vivos na realidade. Não se preocupem É sóóó um filme.
Eu acredito que o filme é bom e que vai ter uma repercussão positiva grande, não só (apesar de principalmente) entre adolescentes, como entre adultos que gostam de estilos mais ficcionais também. Porém NÃO LEVEM crianças. Te umas cenas meio fortes para crianças no filme. Existem filmes muito mais pesados, claro! As cenas nem são tão pesadas quanto no livro, na verdade, mas a ideia de crianças matando outras crianças não é legal para alguém com menos de 12 assistir mesmo...
Vou deixar o trailer pra vocês:
E sabiam que os muppets fizeram uma versão paródia do trailer? Sério! Vejam:
Acho que é isso, né? A minha indicação é: vejam, contudo leiam a série também!