Mostrando postagens com marcador Entrevistas. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Entrevistas. Mostrar todas as postagens

13 abril, 2012

Perguntas Random para... Liége Toledo (aka Astreya) + Nova Parceiria






Formada em Letras na Universidade Estadual de Londrina (UEL) e sôfrega mestranda da mesma instituição. É professora mas gosta mesmo é de escrever (não que uma coisa exclua a outra, muito pelo contrário) e de jogar RPG. Casada com o amor de sua vida, possui uma filhota canina e outros dois peixinhos. Mais conhecida por aí como Astreya . Para quem ficou curioso com o livro e quer mais informações sobre ele, é só entrar em contato:




1) Quando você descobriu que queria ser escritora?

Eu descobri que queria contar histórias quando eu era bem pequena. Eu gostava de fazer rabiscos e desenhar “quadrinhos” para as pessoas lerem, por mais que elas não entendessem nada! Na verdade, eu sempre tive a necessidade de escrever. Mas foi quando eu tinha 15 anos e comecei a jogar RPG que eu esbocei uma história na minha cabeça e comecei a fazer o meu livro. Escrever para mim é um prazer enorme, eu acredito que jamais conseguirei parar.

2) Como é o processo de escrita? Você escreve só no seu tempo livre ou é
escritora em tempo integral?

Eu escrevo no meu tempo livre, mas confesso que mesmo quando estou ocupada, se estou no computador, eu dou uma escapadinha para escrever um pouco. Mas eu gostaria muito de ser escritora em tempo integral! Não tenho nenhum processo especial, eu apenas sento com meu notebook no colo e começo. Por mais que se diga que não se deve fazer isso, eu deixo as idéias fluírem; sou péssima em fazer esqueletos da trama ou delimitar os capítulos previamente. Eu simplesmente escrevo, e depois volto várias vezes ao trecho e o corrijo, o aperfeiçôo. A trama fica na minha cabeça. Eu sei o que quero no começo, no meio e no fim, mas o recheio, os detalhes, vem na hora da escrita.

3) Como você faz para superar os bloqueios criativos?

Tento fazer outras atividades, principalmente aquelas que relaxem minha cabeça e agucem a criatividade. Assisto filmes, ouço músicas, leio outras histórias... isso ajuda demais! Mas confesso que o principal remédio para bloqueio criativo que eu tenho é conversar com o meu marido, hehe. Ele também escreve e mestra aventuras de RPG de fantasia medieval, e sempre, sempre me ajuda a clarear minhas idéias. Quando eu estou empacada, ele geralmente vem com sugestões que acabam me ajudando muito. Compartilhar a história e suas dúvidas em relação a ela é muito bom para tirar o bloqueio criativo. 

4) Você tem interesse em escreve um livro fora da temática élfica?

Fora da temática élfica sim, mas fora da fantasia de modo geral, eu acho que não. Afinal, essa é minha paixão. Mas nunca se sabe, né...

5) Como se sente ao terminar de escrever um livro? E a sensação de vê-lo ser
publicado?

Eu me senti muito, muito feliz quando terminei de escrever o meu primeiro livro, pois achava que nunca conseguiria termina-lo (eu demorei oito anos para concluir o primeiro). Mas uma coisa que ainda me acompanha é a sensação eterna de que poderia ter feito melhor, de que algumas cenas eu poderia ter trabalhado mais...enfim... aprendemos a escrever escrevendo, e eu não pretendo abandonar essa minha paixão.

Eu publiquei o livro impresso pelo Clube de Autores, e quando ele chegou aqui em casa a sensação foi muito boa. Eu fiquei verdadeiramente emocionada de ver algo que eu fiz se transformar em um livro de verdade, ainda mais com as ilustrações lindas que a Angela Takagui fez para mim e a diagramação do André Bacchi. Foi realmente a realização de um sonho antigo.

6) Quais foram as dificuldades na hora de publicar?

Posso dizer de verdade? Publicar aqui no Brasil como autora iniciante é complicado. Eu entendo e respeito as dificuldades das editoras, mas quando tive a coragem de mandar meus originais para algumas delas, me assustei com o alto investimento financeiro que teria de fazer para ver minha obra publicada. Por isso acabei optando pelo Clube de Autores e pela venda do e-book pela Asgard Legends, já que no momento não tenho condições de fazer esse investimento, e nos dois casos pude publicar sem custo nenhum.

7) Com qual personagem de série/ livro/filme você se identifica mais? E qual
personagem você trancaria no seu armário para ter só pra você?

Nossa, essa é difícil! Eu gosto de muitos personagens de muitas histórias. Eu tenho dificuldade para me “identificar” com as personagens que gosto, porque eu penso “não sou tão legal assim”, hahaha. Mas uma personagem que eu gosto muito é a Yvaine de Stardust.

Eu acho que não trancaria nenhum personagem no meu armário! Eu gosto deles na história que é deles. Eu trancaria sim um mundo ficcional no meu armário, para entrar lá quando quisesse – como se fosse o armário de Nárnia. Só que eu iria querer ter um armário para a Terra Média, para morar em Valfenda ou Rohan.

8) Que tipo de música você gosta?

Eu gosto muito de heavy metal (principalmente metal melódico), música clássica e trilhas sonoras instrumentais. Eu geralmente gosto de músicas bem melodiosas, por isso esses gêneros me agradam tanto!

9) Qual gênero de filme é o seu favorito?

Eu gosto muito de filmes de fantasia (que novidade...), de aventura, filmes de época... por mais que eu goste de romances, geralmente acho os filmes de comédia romântica um pouco caricatos, não consigo gostar muito.

10)Quais obras ou autores mais te influenciam?

Sem dúvida J.R.R. Tolkien é uma grande influência para mim. O Senhor dos Anéis é meu livro favorito, e foi com ele que descobri ainda mais minha paixão pela fantasia. Depois que li O Silmarillion, o mundo que Tolkien criou passou a me fascinar ainda mais. Mas não é só ele que me influencia: eu também sou uma grande admiradora da J.K. Rowling e da Jane Austen.

11)Quantos livros você tem na sua casa? Você sofre de culpa de consumidor?

Como eu casei recentemente e me mudei, a gente não trouxe todos os livros para a casa nova. Acho que aqui em casa devemos ter cerca de vinte livros. Bom, confesso que toda vez que eu compro alguma coisa mais “supérflua” eu fico pensando que gastei demais, seja um livro ou uma roupa a mais, então acho que sofro de culpa de consumidor sim, hahaha! Confesso ser um pouco mão de vaca.

12)Você sabe cozinhar ou é daquelas que sobrevivem a base de pizza, miojo
ou qualquer comida que entregue em casa?

Hahaha, eu sei cozinhar sim, mas só o bem básico. Arroz, carne, salada, e olha lá. Mas conta a lenda que todo mundo adora meu brigadeiro =).

13)De que maneiras você divulgou o seu livro depois de publicado?

Fiz um blog, o que me ajudou a entrar em contato com pessoas maravilhosas que leram meu livro e também com a blogosfera literária. A partir daí o livro despertou algum interesse, fiz parcerias e O Enigma da Lua já ganhou duas resenhas, para minha alegria. Também conheci o skoob e fiz uma página para o livro lá. Ou seja, me utilizei basicamente das ferramentas que a internet possibilita, e tem sido muito recompensador.   

14)Respondendo aquela pergunta clichê básica: Afinal, os jovens de hoje em
dia estão lendo mais ou menos?

Isso é uma coisa que me intriga. Ao ver tantos blog literários e tanta gente nova interessada no mundo dos livros pela blogosfera afora, eu fico pensando que talvez os jovens estejam lendo mais. Fora desse âmbito, no entanto, as coisas parecem diferentes. Sou professora, e todas as vezes que tive contato com turmas mais amplas em escolas públicas e particulares, eu senti um desinteresse geral por parte dos alunos na palavra escrita... mas quem sabe as coisas estejam mudando. Hoje temos mais acesso a livros de temáticas variadas, que podem dialogar melhor com esse público mais jovem.  

15) Qual foi a coisa mais Random que aconteceu na sua vida?

Eu acho que foi ter conhecido meu marido. Dependemos de vários fatores aleatórios. Eu tinha acabado de ler O Senhor dos Anéis e estava encantada, e nessa época um amigo meu, que era meu vizinho, me convidou para jogar RPG (role-playing game). No grupo dele estava o meu marido. O engraçado é que descobrimos que havíamos morado na mesma rua por anos e nunca havíamos nos visto. Quando ele finalmente se mudou para outra rua, nós nos conhecemos por meio do RPG, e a minha convivência com esse grupo e nossas aventuras me fizeram escrever o meu livro. Ainda bem que eu aceitei o convite do meu vizinho... como eu ia imaginar que a partir disso iria realizar meus dois maiores sonhos: encontrar a pessoa que eu amo e escrever um livro! 

Booktrailer:

É só isso por hoje gente!
Bjuos,

Ps: Estou começando a me sentir meio maluca por causa dessas autoras que não tracariam nenhum personagem no armário... Porque eu trancaria o Mister Darcy no meu armário sem pensar duas vezes!!!!!

07 março, 2012

Entrevista no Anime Stage!

Gente, eu, a Gu e a Fê fomos de cosplay para o evento Anime Stage, que aconteceu no dia 12 de fevereiro. E adivinhem... nós fomos entrevstadas!! (Puxa, deve ter sido tããão difícl advnhar com esse título da postagem...).

Eu fu de Misa-Misa (Death Note), Giulia foi de Haruhi Suzumiya (The Melancoly of Haruhi Suzumiya), Fernanda foi de Wally (não, não é o do filme da Dsney) e a irmãznha dela, minha xará, foi de Dorothy (se não souber quem é, você não tem cultura! Mas, para os desculturados, é de O Mágico de Oz).

Aparecemos em 24:10, se não em engano, mas não custa nada ver o vídeo inteiro, é muto emgraçado, e tem muitos cosplays bons!



Não ligue para as vozes esganiçadas de TODO MUNDO, é que lá tava uma barulheira só, e pra ser ouvido tivemos que grtar no microfone...

Mas, bom, estaremos novamente com esses cosplays nesse evento do dia 11, Anime Victory. Quem sabe você não encontra a gente lá ;P ??

Bjos, People!

Carol

17 fevereiro, 2012

Perguntas Random para... Giulia Moon

Olá, people!


Faz um tempão que eu não posto, né? Sorry =P , neste último ano da escola jurei que seria uma garota muito responsável, e estou me desdobrando em mil para dar conta dos já inúmeros deveres que os professores passam, das atividades físicas, das aulas de violino, do curso de desenho, dos livros/mangás/animes que eu quero ler/assistir, e acaba sobrando pouco tempo pro blog... 


Mas nada do que uma semaninha interira de feriado de Carnaval não dê conta :D !


E agora eu venho com uma postagem super especial com uma entrevista da autora brasileira Giulia Moon, que escreveu o romance "Kaori" e inúmeros outros contos vampirescos!








Giulia Moon é escritora, ilustradora, redatora e diretora de criação em propaganda. Tem três coletâneas de contos publicadas: Luar de Vampiros (Scortecci, 2003), Vampiros no Espelho & Outros Seres Obscuros (Landy, 2004) e A Dama-Morcega (Landy, 2006). Já atuou como editora do fanzine FicZine e como coeditora da Scarium Megazine.
Em 2009, Giulia lançou o seu primeiro romance, Kaori: Perfume de Vampira (Giz Editorial, 2009), onde narra as aventuras de Kaori, uma bela e perfumada vampira oriental. Em 2011, lançou o segundo livro da série, Kaori 2: Coração de Vampira.


Para saber mais sobre Giulia Moon, acesse www.giuliamoon.com.br
phasesdalua.blogspot.com , www.facebook.com/giulia.moon ou twitter.com/#!/giuliamoon





Agora, vamos às perguntas que a Giulia respondeu (que estão em cor de sangue, MWA HA HA HA HAAA!) : 




1. Você já foi diretora de arte e ilustradora. Quando você descobriu que queria ser escritora?
 
Eu sempre gostei de escrever. Desde pequena, eu criava historinhas. Às vezes desenhava, fazia mangás com elas. Noutras vezes escrevia contos. Mas só pensei em levar essa atividade a sério quando comecei a frequentar um grupo de discussão do Yahoo, chamado Tinta Rubra, que reunia um pessoal maluco, escritores amadores que escreviam só histórias de vampiros. Isso foi há muito tempo, no ano 2000. Até então, eu via os meus contos como algo meu, um passatempo excêntrico, ou algo assim. Mas, na Tinta Rubra, pela primeira vez, percebi que um público maior, composto por pessoas que quase não me conheciam gostavam do que eu escrevia. Então me enchi de coragem e resolvi publicar o meu primeiro livro. Reuni dez contos de vampiros num volume chamado “Luar de Vampiros”. Foi uma edição de autor, que financiei com as minhas economias. Mas quando eu segurei o livro nas mãos... Eu me senti “escritora”! E gostei, percebi que podia trabalhar com isso. E que estava disposta a me dedicar ainda mais, a sacrificar minhas horas de folga, a trabalhar duro por aquilo. Acho que tudo começou aí.





2. Como é o processo de escrita? Você escreve só no seu tempo livre ou é escritora em tempo integral?

Já fiz as duas coisas. No momento, eu trabalho alguns dias da semana numa empresa da área literária e, durante os outros dias – inclusive nos finais de semana – eu me dedico aos livros.





3. Desde quando você se interessa pelo tema de vampiros?

Eu sempre gostei do personagem vampiro no cinema, nos livros e nos quadrinhos. Já tinha lido Drácula e tinha me interessado bastante pelo personagem, pois o livro de Bram Stoker é maravilhoso. Mas a paixão, mesmo, só pintou quando li O Vampiro Lestat de Anne Rice. Lestat era totalmente diferente, um vampiro que não sentia o mínimo remorso por ser um sanguessuga. Ao contrário, gostava disso. Pela primeira vez vi os vampiros num contexto onde não eram criaturas horrorosas, monstruosas, condenadas pelas regras da moral e da religião, mas personagens complexos, sutis, sensuais e cheios de defeitos e qualidades humanos. Aí, não teve jeito. Foi uma paixão avassaladora!





4. Como surgiu a idéia para escrever “Kaori”?

Kaori já havia aparecido em alguns contos esporádicos meus, fazendo pontas em histórias de outros personagens. Mas, em 2008, quando fui convidada a participar, junto com mais sete autores, da coletânea Amor Vampiro da Giz Editorial, pensei em Kaori para protagonizar um conto sensual e bem moderno, que se passasse em São Paulo, num cenário de caos urbano, de diversidade de raças e atitudes, para mostrar que o amor de uma vampira poderia ser muito estranho. E aí nasceu o conto “Dragões Tatuados”, que acabou sendo o primeiro encontro entre o vampwatcher Samuel e a vampira japonesa Kaori. O conto fez muito sucesso, e, durante a Bienal do Livro em SP, quando o editor Ednei Procópio, à época na Giz Editorial, me propôs a publicação de um romance, não pensei duas vezes. Resolvi contar a história da vampirinha perfumada Kaori, desde a sua transformação em vampira em 1647, na Era Tokugawa, no Japão, até os dias de hoje. Mas, apesar de estar fascinada por essa história, eu não queria escrever um livro que se passasse totalmente no Japão. Então imaginei uma aventura em São Paulo, com muita emoção e cenas calientes, que reunisse Kaori e Samuel mais uma vez. E decidi contar as duas histórias ao mesmo tempo, alternando as cenas do passado, no Japão feudal, com as cenas do presente, em São Paulo, até se cruzarem no final. Foi assim que nasceu o livro Kaori: Perfume de Vampira, que foi lançada em 2009, na Bienal do Livro do Rio de Janeiro.





5. Como você divulgou “Kaori” depois que ele foi publicado?

Divulguei Kaori: Perfume de Vampira no meu blog Phases da Lua, no Orkut e, principalmente, falando diretamente com os leitores em eventos como a Bienal do Livro, em palestras e bate-papos. Na época do lançamento de Kaori, ainda não havia muitos blogs de resenhas, mas depois eles passaram a divulgar também o livro. Mas acredito que a melhor divulgação é o próprio trabalho do autor. Se o livro é bom, o leitor se lembrará dele e o indicará aos amigos, procurará por outras obras do mesmo autor. Da mesma forma, um livro ruim é a pior propaganda para o próprio autor. O leitor pode até comprar o livro, atraído por milhões de motivos diferentes, que englobam desde a capacidade de auto-promoção do escritor até a capa atraente, local de destaque na loja, etc. Mas não voltarão a comprar uma obra desse autor, se o que leram no primeiro livro era ruim.





6. Quantos livros você tem na sua casa? Sofre de culpa de consumidora?

Claro que sim! Sou compradora compulsiva de livros. Mas ultimamente tenho me contido, pois a vida de escritora não permite que você gaste de forma indiscriminada. Mas tenho paredes e paredes cheias de livros em casa. Nem sei quantos... Agora vamos mudar de assunto, pois isso me lembra a lista enorme de livros que estão na fila para serem lidos. E uma lista maior ainda de livros que eu quero comprar! rs





7. Qual foi a coisa mais Random que já aconteceu na sua vida?

Acho eu foi o encontro com o meu “consorte” Roberto Melfra. Lá pelos idos de 2004, eu andava frequentando um grupo de discussão de escritores de Ficção Científica. E tecla aqui, tecla dali, acabei fazendo amizade com alguns deles. Entre eles, tinha um cara chamado Roberto que começara a postar recentemente e era totalmente nerd. Tão nerd que só enviava mensagens enormes e dava aulas nesses e-mails sobre qualquer assunto, seja Física, Matemática, Química, Astronomia, Religião, Filosofia, etc. Eu não tinha muita afinidade com ele, e eu achava que ele também nem percebia a minha existência. Tudo mudou quando eu resolvi comemorar o meu aniversário junto com uma amiga. Meu aniversário é no dia 10 de fevereiro e o dela, no dia 13. E o aniversário dela caía numa sexta-feira 13 naquele ano! Resolvemos aproveitar a data e convidar os amigos para dançar e papear numa casa noturna. E eu convidei todo o pessoal dos grupos da internet. Os amigos vampirescos da Tinta Rubra vieram em peso, era uma turma que curtia sair à noite. Mas não é que o tal nerd do outro grupo apareceu também? E ele era bonitão! Resultado: acabamos namorando, e estamos juntos até hoje. Eu soube mais tarde que ele já tinha visitado o meu blog, tinha entrado no meu site e sabia quase tudo sobre mim. Aí descobri que aquilo tudo foi random só pra mim. Mas para ele, não! rsrsrsrs









Hahaha, oooown, que fofo *-* !


Bom, gente, epsero que tenham gostado das respostas da Giulia Moon assim como eu! Agora vocês já ficam sabendo mais sobre ela e o maravilhoso livro "Kaori - Perfume de Vampira" (resenha aqui). 


Muito obrigada, Giulia! 


Um bjo para vocês, people!


Carol ;)

21 dezembro, 2011

Perguntas Random para... Paula Pimenta!


 Oi, Gente!
A nossa entrevistada de hoje é uma autora mega fofa e super talentosa! Alguém se lembra que na minha postagem da Bienal eu contei que eu e as Random encontramos ela? Então, lá nós pedimos para entrevista-la e ela aceitou! Então fiquem com a entrevista, mas antes uma pequena introdução da autora para os leigos:

"Geminiada e sonhadora, apaixonada por cinema, música e seriados. Paula Pimenta é a autora juvenil brasileira  comparada a Rainha Meg Cabot, da qual também é fã.  Se considera uma eterna criança, uma verdadeira Menina da Lua,  adora brigadeiro, gibis da Mônica e cantar. É formada em Publicidade, já trabalhou como professora de música e hoje é escritora em tempo integral!"



Perguntas Random para... Paula Pimenta

1)     Quando você descobriu que queria ser escritora?

Eu sempre gostei de Português no colégio, adorava fazer redações… Na época do vestibular, resolvi fazer Jornalismo, para profissionalizar esse amor pela escrita. Mas logo no começo do curso, eu me decepcionei. Descobri que eu não queria relatar os fatos imparcialmente e, sim, colocar emoção nas linhas. Os meus professores, ao lerem as minhas matérias jornalísticas, perguntavam se eram crônicas. Foi quando eu descobri que era aquilo que eu queria, me colocar dentro da história, opinar, criar. E, por isso, acabei transferindo de curso, para poder ser mais criativa. Me formei em Publicidade e Propaganda. Mas foi com “Fazendo meu filme” que eu realmente descobri que o que eu mais gosto de escrever são romances.

2)     Sem ser escritora, qual seria sua profissão dos sonhos?

Cantora, atriz, veterinária...

3)     De onde veio a inspiração para o livro ‘Fazendo meu Filme’? E sua nova “Minha vida fora de série”?

Em Fazendo meu filme eu me inspirei em algumas partes da minha própria vida. Mas aos poucos a história foi tomando outro rumo e foi se transformando na vida da Fani. Antes de começar a escrever o “Fazendo meu filme 3”, eu fiquei pensando que eu ficaria muito triste quando terminasse de escrever a série da Fani (que vai terminar no quarto livro). Então, eu tive essa ideia de pegar uma das personagens secundárias e transformá-la em protagonista de uma nova série, pois assim pelo menos eu continuaria a ter contato com os personagens de FMF, não teria que me despedir deles tão depressa...

4)     Como é o processo de escrita? Você escreve só no seu tempo livre ou é escritora em tempo integral?

Tenho que estar sozinha e em um lugar calmo. E geralmente coloco músicas que tenham a ver com a história e a personagem, para que eu possa entrar no “clima” do livro. Atualmente sou escritora em tempo integral, mas isso não significa que eu fico só escrevendo o tempo todo. Tenho muitas viagens de divulgação, dou palestras em escolas, tenho que dar atenção para os leitores respondendo perguntas que eles mandam por e-mail e pelas redes sociais... Mas enquanto estou escrevendo um livro (processo que dura aproximadamente 3 meses), me concentro só nisso.

5)     Como se sente ao terminar de escrever um livro? E como imagina que se sentirá quando acabar a série de “FMF”?

As emoções são meio contraditórias... Ao mesmo tempo em que fico muito feliz pela sensação de “dever cumprido” e por saber que em pouco tempo muita gente lerá a minha história, também fico muito triste, pois durante o período em que escrevo, os personagens se tornam minha companhia constante, e então quando termino o livro é como se eu tivesse que deixá-los ir embora... Eu chorei quando terminei de escrever “Fazendo meu filme 1” e tenho certeza de que isso vai acontecer também em “Fazendo meu filme 4”. Aliás, acho que vou demorar um tempo pra me recuperar, eu ainda não estou preparada pra me despedir da Fani...

6)     Quais foram as dificuldades na hora de publicar?

Certamente a maior foi conseguir uma editora. As editoras têm uma certa resistência quanto a publicar livros de autores iniciantes, pois para elas é bem mais garantido traduzir um livro que já tenha sido sucesso no exterior do que apostar em um escritor que ainda não é garantia de boas vendas. Nas duas primeiras editoras que eu fui, nem quiseram ler o meu livro. O dono de uma delas chegou a me falar inclusive que “adolescentes não leem livros grossos”! Na época não tinha Crepúsculo ainda, mas tive vontade de perguntar se ele nunca tinha ouvido falar de Harry Potter, pois o sexto volume da série tinha acabado de ser lançado e tinha o dobro do tamanho do meu livro! Na terceira, a dona de lá no começo também não ficou muito interessada, mas quando eu contei do que se tratava o livro (uma garota que resolve fazer intercâmbio, mas que se apaixona no meio do processo de ida), ela resolveu que iria ler. Leu, gostou e publicou (ainda que dois anos depois, pois havia um cronograma de publicações que precisava ser respeitado).

7)     Com qual personagem de série/livro/filme você se identifica mais? E qual personagem você trancaria no seu armário para ter só pra você?

Entre os meus personagens, eu me identifico mais com a Fani. Assim como ela eu também sou muito tímida, sonhadora e amo cinema. Mas eu também adoro a Mia, do Diário da Princesa, tenho muito do jeito dela.

Dos meus livros, eu trancaria o Rodrigo, de Minha vida fora de série! Ele é o personagem mais fofo do mundo. E sem ser dos meus eu gostaria de ter só pra mim o Michael Moscovitz, do Diário da Princesa.

8)     Que tipo de música você gosta? Alguma possibilidade de sua próxima série ter citações de música (Kkkkk, desculpa. Tive de fazer essa piada sem graça...)?

Eu gosto de MPB e pop internacional.

Sim, eu já pensei nisso! Pretendo nos próximos livros criar protagonistas apaixonados por música e também livros! Quero fazer livros recheados de citações musicais e literárias!

9)     Qual filme você sempre quis tirar uma citação mais nunca conseguiu?  E qual que você citaria todas as falas do roteiro?

Não estou me lembrando de nenhum filme que eu não tenha conseguido ou que pudesse preencher todos os capítulos, mas como eu passei há pouco tempo pelo processo de escolha de frases para MVFS, lembro perfeitamente de dois seriados que se encaixam nisso! Eu tentei arrumar citações de “Buffy, a caça-vampiros”, mas não encontrei nenhuma que combinasse com algum capítulo. Por outro lado, “My so called life” (Minha vida de cão) tinha tantas citações que cabiam perfeitamente, que eu até sofri para deixar algumas de fora! Eu poderia escrever um livro inteiro só com as citações dessa série!

10)   Aproveitando o assunto, onde você encontra essas citações?

Nossa, isso dá mais trabalho do que vocês imaginam! É a parte mais trabalhosa dos livros! Eu tenho que pesquisar muito e rever várias cenas de filmes e seriados, até encontrar alguma que combine com cada capítulo. O problema é que tem capítulos em que eu encontro várias (e aí eu só falto morrer pra decidir qual vai entrar!) e tem também outros em que eu não encontro nenhuma...

11)  Quais obras ou autores mais te influenciam?

A Meg Cabot é minha autora preferida. Ela é a minha maior influência, adoro tudo que ela escreve.  A Martha Medeiros é outra autora que me influenciou demais. Como ela, eu comecei escrevendo poesias, depois passei pra crônicas e só então me arrisquei a escrever um romance. Mas agora que percebi que esse é o gênero que mais gosto de escrever, não quero mais parar!

12)  Quantos livros você tem na sua casa? Você sofre de culpa de consumidora?

Nossa, eu nunca contei, mas o meu Skoob diz que eu já li 233 livros. Contando os que eu tenho aqui e que não li ainda, que devem ser mais uns 30, podemos dizer que eu tenho uns 260 livros. Mas na minha casa tem muito mais, pois tem os livros do resto da família também.

Eu não sinto a menor culpa em gastar com livros. Acho que esse é um consumismo muito saudável.

13)  Você sabe cozinhar ou é daquelas que sobrevivem a base de pizza, miojo ou qualquer comida que entregue em casa?

Eu cozinho pouco. Gosto de preparar doces (brigadeiro, palha italiana, cocada, pavê sonho de valsa...) e sei fazer fondues! Mas eu adoro fast-food! Viveria feliz comendo pizza e McDonald’s!

14)   Pode adiantar algumas coisa sobre o livro final de “FMF” ou da ‘segunda temporada’ de “MVFS”?

Em "Fazendo meu filme 4", a Fani terá que amadurecer ainda mais. Agora veremos como vai ser a vida dela em Los Angeles (Hollywood) e se as decisões que ela tomou foram as corretas... E prometo que o Leo também aparecerá bastante! Esse livro terá um formato diferente dos outros. Não posso explicar muito, senão perde a graça. Mas eu sei que vocês vão gostar!

A série “Minha vida fora de série” não vai ser tão linear quanto “Fazendo meu filme”. Na 2ª. temporada a Priscila já terá 16 anos.

15)  De que maneiras você divulgou o seu livro depois de publicado?

Pela internet (em comunidades do Orkut e em blogs literários) e também doei alguns exemplares para bibliotecas de escolas, entreguei para alguns professores... No começo foi só isso.

16)  Respondendo aquela pergunta clichê básica: Afinal, os jovens de hoje em dia estão lendo mais ou menos?

Estão lendo mais porque mais livros têm sido escritos especialmente para esse público.

17)   Qual foi a coisa mais Random que aconteceu na sua vida?

Sei lá, acho que foi responder essa entrevista! =)


Acessem as resenhas dos livros dessa escritora maravilhosa nos links abaixo:

Fazendo Meu Filme - A estréia de Fani
Fazendo Meu Filme 2 - Fani na Terra da Rainha
Fazendo Meu Filme 3 - O Roteiro Inesperado de Fani
Minha Vida fora de Série


Então, já sabem, né? Se ainda tiver faltando comprar algum presente de natal para alguma adolescente, fica a dica!
Bjuos,

14 dezembro, 2011

Perguntas Random para... Pedro Paulo Lopes!





Oi, Gente!
Não tinhamos prometido que teriamos mais entrevistas no blog? Então, essa entrevista é com o escritor carioca Pedro Paulo Lopes! Eu já tive o prazer de ler o livro publicado dele "Páginas de um livro bom" um livro com ótimas crônicas e poemas (Melhores crônicas do que poemas, na minha opinião.). Então, apreoveitem a entrevista!

     Pedro Paulo Lopes nasceu no Rio de Janeiro em 1985. Descobriu o gosto pela leitura ainda criança e já nesta fase decidiu criar suas próprias histórias. A prática fez crescer a intimidade com a palavra escrita, e para que a vida adulta não o afastasse do texto e de sua criatividade, decidiu-se formar publicitário. "Páginas de um Livro Bom" é sua primeira obra literária e reúne crônicas, contos e poemas escritos entre 2003 e 2008. Seu próximo lançamento é o romance "A Garota do Parque", ainda sem previsão.


1)   Quando você descobriu que queria ser escritor?

Sempre gostei de escrever. Não é algo que decidi ser, é algo que decidi fazer, ou seja, dar vazão ao que eu já era, ao que eu já tinha, à capacidade de contar histórias. Comecei a escrever ainda criança e não parei. Mas se você considerar que escritor é quem escreve e lança livros, então descobri que faria isso em 2003, quando comecei meu primeiro romance (em fase de conclusão).

2)   Como é o processo de escrita? Você escreve só no seu tempo livre ou é escritor em tempo integral?

Só escrevo no meu tempo livre. O processo é interessante. No meu caso, às vezes escuto alguma música para “entrar no clima”. Geralmente é uma música associada à história, pois meu romance tem uma trilha sonora e ao escutá-la eu me transfiro para o universo da ficção. Às vezes, para testar uma fala, eu a digo em voz alta, interpretando-a, como um ator, para sentir se ela é possível de acontecer, de sair da boca daquele personagem... Criar diálogos é difícil. E observar o cotidiano também ajuda muito. Eu já me inspirei em situações e falas que vi e ouvi de amigos, e que caíram como uma luva na história.

3)   Os estudos atrapalham no processo de escrita?

Não atrapalham, apenas retardam, o que não é necessariamente ruim (a não ser que você tenha um prazo). Mas a obra e a escrita sempre ganham com isso. Todas as experiências e atividades que se intrometem entre o escritor e o trabalho de escrever podem ser, e são, usadas a favor.

4)   De onde você tira inspiração para escrever seu contos ou poemas?

De músicas, experiências do cotidiano e de uma “sala escura” cujas chaves só Freud e eu possuímos rs.

5)   Como se sente ao terminar de escrever um livro? E a sensação de vê-lo ser publicado?

Muito bem. É uma das melhores sensações que existe, independentemente da repercussão que o livro venha a ter. Porque não devemos escrever para os outros, devemos escrever para nós mesmos, porque acreditamos naquilo. E quanto mais honesto eu for, mais o público irá gostar.

6)   Quais foram as dificuldades na hora de publicar?

Como “Páginas de um livro bom” foi publicado de maneira independente, tive que fazer tudo o que uma editora faria por mim: buscar profissionais para a diagramação, ilustração, revisão; pensar o projeto gráfico, pedir orçamentos às gráficas... Eu e Julia Moraes (a designer do livro) aprendemos muito. São várias as etapas, e elas não terminam depois que o livro é impresso. Agora tenho que cuidar da divulgação e distribuição!

7)   Com qual personagem de série/ livro/filme você se identifica mais? E qual personagem você trancaria no seu armário para ter só pra você?

Gosto dos anti-heróis do Woody Allen, dos jovens protagonistas de Fernando Sabino, do narcísico Dorian Gray... Mas não trancaria nenhum deles no armário, eles são bons demais para ser só meus.

8)   Que tipo de música você gosta?

Descobri que gosto de tudo que é indie-alguma coisa... rs Além de jazz, soul e bossa nova, alguns folks... Coisas novas e antigas. Se eu disser que sou eclético, vou cair no lugar-comum. Todo mundo diz que é eclético para música, mas quero ver carregar no iPod uma playlist que vai de Carpenters a Netinho (do axé), de Burt Bacharach a Claudinho e Buchecha, passando por alguns sambas-enredos. Eu carrego e adoro.

9)   Qual gênero de filme é o seu favorito?

Comédia dramática, aquele que mais se aproxima da vida como ela é.

10)Quais obras ou autores mais te influenciam?

O influenciado geralmente não percebe que é influenciado. Cabe a alguém (ao editor, aos leitores) dizer: “Você tem o estilo de fulano”. Não sei quem me influencia, mas admiro a elegância de Machado de Assis, a inteligência de George Orwell, a paixão e o cinismo de Oscar Wilde, entre outros. Independente do público para o qual você escreve, ande sempre com os mestres debaixo do braço.

11)Quantos livros você tem na sua casa? Você sofre de culpa de consumidor?

No meu quarto, mais de cem. Em casa, talvez uns 200. Não, não sofro.

12)Você sabe cozinhar ou é daqueles que sobrevivem à base de pizza, miojo ou qualquer comida que entregue em casa?

Não sei cozinhar, mas também não me entrego constantemente ao delivery. Prefiro comer fora. De vez em quando, peço uma pizza.

13)  De que maneiras você divulgou o seu livro depois de publicado?

O primeiro estágio é o boca a boca. Chamei os amigos para o lançamento e vendi os primeiros exemplares (é para isso que servem os amigos, ora rs). O segundo momento é criar o site e pensar em soluções de divulgação criativas e, de preferência, baratas. Já tenho uma página no Facebook (Pedro Paulo Lopes). Pretendo ainda criar o trailer do livro. A internet nos permite realizar algumas experiências, este pode ser um bom caminho. Ainda vou levá-lo a algumas editoras, não creio que elas se interessem, pois raramente publicam poesias e contos de autores novos, mas quero gerar algum barulho, espero que o retorno seja positivo. Pelo menos por parte dos amigos tem sido rs.

14)Respondendo aquela pergunta clichê básica: Afinal, os jovens de hoje em dia estão lendo mais ou menos?

Mais. O que eles estão lendo é menos importante, o legal é que estão lendo mais.

15)Qual foi a coisa mais Random que aconteceu na sua vida?

Talvez não tenha sido a MAIS Random, mas por duas vezes já me vieram cumprimentar pela camisa que eu estava usando. A primeira vez, em um restaurante, eu vestia uma blusa da seleção inglesa e uma senhora gringa passou por mim e disse “muito bonita” ou algo parecido. Mas o melhor foram os momentos Random que eu já proporcionei aos outros: cansei de confundir as pessoas pelas costas. Uma vez, pensando se tratar da minha tia, dei um beliscão na cintura de uma mulher, que se assustou, não mais do que eu ao perceber que era uma desconhecida. Outra vez foi com um garoto, que eu julguei ser colega de turma. Parei do seu lado e perguntei “Como foi de prova?”, acho que ele respondeu “Bem”, então notei que nunca o vira na vida, respondi “Legal” e saí de fininho.  


Quem quiser saber mais sobre a obra dele acesse:
http://www.paginasdeumlivrobom.com/

Bjuos,
Aguardem mais entrevistas em breve,
Fernanda

11 outubro, 2011

Perguntas Random para... Vivianne Fair!

Olá, people!

Depois de muito tempo viemos com outra entrevista para vocês, continuando a sessão "Perguntas Random para...". Dessa vez, eu fiz as perguntas para Vivianne Fair, autora da série "A Caçadora", que eu já fiz resenha dos livros 1 e 2 da série!

"Vivianne Fair nasceu no Rio de Janeiro, mora em Brasília atualmente, e é vencedora de inúmeros prêmios nacionais de desenho, possuindo um currículo extenso nessa área. Mora com seu filho, que adora criticar suas obras. É professora de mangá (desenho japonês) há cerca de 10 anos e convive com fãs e jogadores de RPG (sendo ela uma deles) todo o tempo.  Inclusive deram-lhe o apelido carinhoso de “chefa” por levá-la a loucura enquanto ela tenta coordenar um grupo de teatro cosplay (pessoas fantasiadas de jogos de anime ou filme). Durante esse tempo resolveu anotar as besteiras faladas do grupo e desenvolver uma história que, a princípio, era só para fins de exposição de arte e acabou por virar livro. Admite ser uma pessoa um pouquinho estressada, mas não se identifica tanto com seu superego no livro. Ora, mas quem não quer explodir o mundo quando fica irritado, às vezes?"


Agora vamos às perguntas ^^ :


1.      Quando você descobriu que queria ser escritora?
Quando eu era pequena...eu sempre amei ler, e sonhava com coisas muito loucas..rsrs Então queria criar também! Só que nem pensava em publicar...só queria colocar minhas ideias num papel...Acho que eu devia ter 6 anos quando comecei a rabiscar meus primeiros livros.

2.      De onde veio a inspiração para escrever “Quem precisa de heróis?” e a trilogia “A Caçadora” ?
A inspiração do Quem precisa de heróis veio das minhas rodas de amigos e das partidas de RPG. Já a Caçadora simplesmente entrou na minha cabeça...eu ficava pensando: poxa, hoje em dia tem vampiros pra tudo..mas por que não tem nada cômico?  Então Zack entrou na minha cabeça e ficou por lá..rsrs Então chegou a Jessi e eu precisei escrever!

3.      Você escrevia em seu tempo livre ou teve que “parar” a sua vida por um tempo?
Eu escrevo no meu tempo livre... sem trabalhar não pago contas, rsrs! Afinal, não era garantia de que eu ia conseguir publicar, não é?

4.      Algum escritor ou escritora te influenciou?
Meg Cabot e Terry Pratchett foram pra mim uma fonte inesgotável de inspiração...sempre admirei os estilos deles.

5.      Teve alguma dificuldade na hora de publicar? Como você divulgou o seu livro depois de publicado?
Muita dificuldade mesmo. Comecei a divulgar por emails, por meio do skoob pelo Orkut, por blogs e acabei criando um também, onde faço a maior parte da divulgação, né? www.recantodachefa.com.br

6.      Como você descobriu o Skoob?
Foi engraçado na verdade. Fui procurar alguma resenha do meu livro e descobri que alguém fez a resenha do meu livro na comunidade. Acabei entrando lá por curiosidade e fiz muitas amizades maravilhosas.


7.      Depois de acabar a série “A Caçadora”, tem planos para escrever outros livros?
Sim, claro! Tenho pelo menos mais duas ideias na cabeça e outras trilogias do Zack e da Jessi! Uma que será o Caçado, a trilogia contada pelo próprio Zack! =)

8.     Você trabalha apenas como escritora? O que mais você faz quando não está escrevendo ou postando no seu blog?
Eu trabalho como ilustradora, professora de desenho e professora de inglês.

9.      De onde veio a ideia de nome para o seu pseudônimo “Vivianne Fair” e “Chefa”?
Eu sou um pouco mais conhecida lá fora do que aqui no Brasil. Então fiz uma enquete com alguns nomes que meus amigos do mundo inteiro sugeriram. O mais engraçado é que Fair veio de um personagem de vídeo game que eu amo, Zack Fair, de Final Fantasy. O pessoal adorou o nome, então adotei! ;)

10.  Você parece gostar bastante de jogos de RPG. Qual é o seu preferido? Tem algum personagem com que mais se identifique? E tem algum que gostaria de trancar no armário para ter só pra você?
Sim, amo demais. Meus jogos favoritos (ou séries favoritas) são Lunar e Final fantasy.  Meu personagem favorito é Zack Fair, mas me identifico tanto com ele quanto com o vilão...Sephiroth. Sephiroth com certeza eu ia querer no meu armário!!

11.  Como conseguiu fazer seu livro ser traduzido para o inglês? E como se sentiu depois disso?
Eu mesma traduzi! Rsrs Me senti um bocado cansada, hehe! Mas ainda estou esperando por uma revisão... =/

12.   Você é professora de mangá e já ganhou inúmeros prêmios de desenho. Conte-nos mais sobre isso! Como começou essa sua carreira?
Nossa, comecei faz tempo! Com 16 anos, se não me engano. Realmente ganhei um bocado de prêmios e em alguns lugares já fui proibida de participar, haha! Hoje em dia já não participo com tanta frequência, mas algumas vezes dou uma arriscada se o prêmio me agrada! ;) 

13.   Quantos livros você tem na sua casa? Você sofre de culpa de consumidora?
Nossa, mais de 100, com certeza. Tenho mais livros que roupas! Não sofro não, a não ser quando acabo os livros e vejo que gastei uma nota..haha!

14.    Tem algum filme preferido? Qual é o gênero que você mais gosta e por quê?
Olha, tenho um gosto bem diversificado, mas sou louca por desenhos e animação. Um dos meus filmes favoritos é Encantada e Como treinar seu dragão. Também amo A Paixão, do Mel Gibson. Gênero favorito: comédia, aventura, ficção, animação.

15.  Que tipo de música você gosta? Já foi a algum show?
Fui apenas quando era mais nova, agora não me empolga mais. Sou muito eclética. Num dia quero ouvir Michael Jackson, no outro Bryan Adams, no outro Disney. Mas sou gamada em músicas românticas da década de 80.. ;)

16.   Você sabe cozinhar ou é daquelas que sobrevivem a base de pizza, miojo, ou qulquer outra comida que entregue em casa?
Sei cozinhar, claro! Tenho 31 anos, poxa! E cozinho bem, viu? Adoro fazer doce e até sushi sei fazer! ;D Modéstia à parte minha comida é muito boa. Às vezes não é bonita, mas é boa, haha!

17.   Qual foi a coisa mais Random que já aconteceu na sua vida?
Nossa, muita coisa random já aconteceu na minha vida! Difícil pensar em alguma agora... Me lembro de uma em que fui agarrada no shopping por um cara que pensou que eu era a namorada dele. Ele ficou vermelhinho quando eu me virei assustada e a namorada dele rolou de rir.


Então é isso, gente! Espero que tenham gostado!

Bjos,
Carol



05 setembro, 2011

Perguntas Random para... Luciane Rangel!

Oi, gente! Hoje eu estou aqui para dar uma notícia muito feliz. Não só começamos um segmento novo aqui no site o 'Perguntas Random para...' em que entrevistaremos não só escritores, mas também qualquer outra pessoa que consideremos interessante! Como também quero anunciar que o blog '7Random!' acaba de ganhar sua primeira autora parceira! YAYYYYYYYY!!!!!!!!! :D

"Luciane Rangel faz parte da geração que conheceu e se encantou com a cultura japonesa, que até hoje vem se espalhando por todos os continentes. Aprendeu com a criatividade oriental a desenvolver histórias originais, cativantes e bem estruturadas que logo repercutiram pelos fóruns e sites de relacionamento da web.
Tem 28 anos, cursou Magistério no Ensino Médio, formou-se em Direito e hoje é professora."

Blog: http://livro-guardians.blogspot.com/
Skoob: http://www.skoob.com.br/usuario/277867

Ok, agora sim, a entrevista:


1)Quando você descobriu que queria ser escritora?
R: Foi muito “do nada”! rs Um dia tive uma ideia pra uma história (na época, fanfic), comecei a escrever, depois vieram outras... E não parei mais. Estou nessa há quase dez anos.

2)De onde veio a inspiração para o livro ‘Guardian’?
R: É difícil definir de onde vem uma inspiração. Mesmo porque, a história vai se construindo aos poucos.

3)Como foi o processo de escrita? Você escrevia só no seu tempo livre ou você ‘parava’ sua vida para escrever?
R: Infelizmente, tinha que ser só nos tempos livres mesmo. E Guardians veio numa época bastante tumultuada, em meio a problemas familiares, de saúde e época de entrega de monografia na faculdade. Com isso, andava sempre com um caderninho e escrevia quando vinha a inspiração, seja no ônibus, em filas de banco, no horário de almoço do estágio... A gente sempre dá um jeitinho, né? rs

4)Quais foram as dificuldades na hora de publicar? Sofreu algum preconceito por causa das fortes influências nipônicas no seu livro?
R:Sim, até hoje.  Acredito que Guardians é um livro que pode tranquilamente ser lido por qualquer pessoa, independente de ter ou não contato com a cultura japonesa. Mas só o fato da capa ser em estilo mangá faz muita gente torcer o nariz. Acham que é pra criança, ou coisas do tipo.

5)Com qual personagem de série/anime/livro/filme você se identifica mais? E qual personagem você trancaria no seu armário para ter só pra você?
R:Série: Phoebe, de Friends. Juro que não sou tão louca assim rs, mas ela tem uns surtos com os quais eu me identifico, como o ativismo dela pelos animais.
Anime: Usagi Tsukino, de Sailor Moon. Ela é MUITO canceriana, como eu rs. Sou eu na adolescência, sem tirar nem por!
Livro: Lizzy Bennet, de Orgulho e Preconceito.
 Eu trancaria o Booth, da série Bones. Aquele homem é MUITO perfeito! rs

6)Você parece gostar muito de anime e mangás, tem algum preferido?
R:Gosto de vários títulos, mas Yu Yu Hakusho sempre foi o meu xodó =)

7)Que tipo de música você gosta? Já foi a algum show?
R:Não tenho um estilo muito definido. Mas, quanto a shows, o mais marcante pra mim foi o da Laura Pausini, no Rio de Janeiro, em 2009. Amo demais as músicas dela =)

8)Quais obras ou autores mais te influenciam?
R:Também não vejo nenhuma influência direta em nenhum autor ou obra.

9)Quantos livros você tem na sua casa? Você sofre de culpa de consumidora?
R:Nossa, tem livro demais aqui, nem saberia dizer quantos rs. Mas não me considero muito consumista, não, até que me controlo bem.

10)Tem algum filme preferido? Qual o gênero que você mais gosta e por quê?
R:Gosto muito de Avatar. Sem contar aqueles filmes mais antigos que paro sempre pra assistir quando vejo passando na tevê, por mais que eu já tenha visto centenas de vezes. Tipo Armageddon, Miss Simpatia, Pequena Miss Sunshine, O diário de Bridget Jones, dentre vários outros. Não tenho também um gênero preferido. Desde que o roteiro me agrade, tá valendo! Ah, só não curto filmes de terror. Sou medrosa assumida!

11) Você sabe cozinhar ou é daquelas que sobrevivem a base de pizza, miojo ou qualquer comida que entregue em casa?
R:Sei cozinhar, mas não é algo que eu goste muito de fazer. Faço o básico, em caso de necessidade rs.

12)Depois que acabar com a série ‘Guardians’ já tem idéias para algum livro novo? Pode falar um pouquinho pra gente?
R:Tenho vários projetos em mente, mas ainda não consegui tempo pra decidir entre algum deles e me dedicar a isso.

13)Como você descobriu o Skoob?
R:Através de blogs literários.

14)De que maneiras você divulgou o seu livro depois de publicado?
R:Basicamente, através da internet. Em especial pelo twitter.

15)Qual foi a coisa mais Random que aconteceu na sua vida?
R:Sem dúvidas, publicar um livro rs.

Espero que tenham gostado porque está é só a primeiras de muitas! ;D
Bjuos,
Fernanda

LinkWithin

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...