ISBN: 9788563219077
Título Original: The Last Song
Páginas: 400
Sinopse: "Aos dezessete anos, Verônica Miller, ou simplesmente Ronnie, vê sua vida virada de cabeça para baixo, quando seus pais se divorciaram e seu pai decide ir morar na praia de Wrightsville, na Carolina do Norte. Três anos depois, ela continua magoada e distante dos pais, particularmente do pai. Entretanto, sua mãe decide que seria melhor para os filhos passarem as férias de verão com ele na Carolina do Norte. O pai de Ronnie, ex-pianista, vive uma vida tranquila na cidade costeira, absorto na criação de uma obra de arte que será a peça central da igreja local. Ressentida e revoltada, Ronnie rejeita toda e qualquer tentativa de aproximação dele e ameaça voltar para Nova York antes do verão acabar. É quando Ronnie conhece Will, o garoto mais popular da cidade, e conforme vai baixando a guarda começa a apaixonar-se profundamente por ele, abrindo-se para uma nova experiência que lhe proporcionará uma imensa felicidade – e dor – jamais sentida. Uma história inesquecível de amor, carinho e compreensão – o primeiro amor, o amadurecimento, a relação entre pais e filhos, o recomeço e o perdão – A ULTIMA MÚSICA demonstra, como só Nicholas Sparks consegue, as várias maneiras que o amor é capaz de partir e curar seu coração."
Como digo para todas as pessoas que estão prestes a começar a ler Nicholas Sparks, prepare a caixinha de lenços de papel e a deixe bem próxima, porque, acredite em mim, você VAI precisar dela! Sparks nunca falha em entregar mensagens tocantes ou em contruir seus personagens. A única pequena diferença que achei nesse livro do resto de sua produção é que não tem uma mensagem reliogiosa como costumam aparecer em algumas obras dele. Como sempre, é um história cheia de reflexões sobre a vida, relacionamentos familiares e, é claro, tudo isso servindo de contexto para um incrível história de amor.
Acho que o que mais me irritou nesse livro era como a Ronnie de antes, a garota começa meio chatinhas ficando se fazendo de vítima o tempo tempo e sendo incapaz de enxergar o mundo fora de sua perspectiva egoísta. Mas é claro que ao longo do livro ela vai aprendendo com os seus erros. O que mais me atrai na obra de Sparks é que ele realmente é bom em fazer com que cada pequena ação tenha uma repercussão em seus personagens, dando a nós aquela sensação de que aqueles personagens são de carne e osso.
Sobre o filme não a muita coisa que se possa ser dita a mais. O roteiro é surpreendemente fiel (O único defeitinho que eu encontrei foi a rapidez e a superficialidade com que o personagem da Blaze é tratado em relação ao livro), os cenários são lindos e as atuações satisfatórias. A única coisa que pode ser realmente destacada é a forte química entre os atores principais, que confere ao filme um ar muito mais doce e agradável.
Bjuos,
Fê


















