29 junho, 2011

"Feitiços e Sutiãs" de Sarah Mlynowski


“O primeiro ano na nova escola não está indo muito bem para Rachel. A melhor amiga, Jewel, a trocou pela turma descolada, a irmã caçula tem peitos maiores que os seus, e o pai – o qual ela secretamente sonhava que se apaixonasse novamente pela mãe - está se casando com uma mulher que ela detesta!

Quando tudo parece perdido, Miri, sua irmã mais nova, descobre que herdou poderes mágicos da mãe – uma bruxa não praticante que nunca sequer comentou sua ex-vida mágica com as filhas ou o ex-marido - ao ressuscitar uma lagosta no meio de um jantar formal; e passa a representar para Rachel a forma de realizar todas as suas fantasias adolescentes.
Não preciso dizer no que isso vai dar, né?”
Aos 13 anos mais ou menos que li o primeiro livro da série Rachel, de Sarah Mlynowski, “ Feitiços e..hm... esqueci do resto!”; pelo menos era esse o título que eu respondia para qualquer pessoa que me perguntasse sobre qual livro eu estava lendo.
A dificuldade de ler um livro com um título desses faz você se colocar nas posições mais bizarras quando está lendo fora de casa, exemplo: posição fetal. Tapa perfeitamente a capa com os joelhos, mas te deixa com uma cara de emo anti-social...
No entanto, o livro em si é muito legal, principalmente para uma garota de 13 anos que é fascinada por bruxaria e que, no seu aniversário de 11 anos, ficou rezando e esperando ansiosamente que recebesse uma carta de Hogwarts (nunca se sabe, né?).
Apesar da futilidade de Rachel, ela é uma boa pessoa e muito engraçada, e acaba se metendo em cada coisa... Miri, em compensação, é muito centrada e fofa, mas sempre acaba se deixando levar pela irmã. Já em relação a mãe bruxa-não-praticante, apesar dela parecer uma mãe normal, eu não gostaria de ter ela como mãe... Quer dizer, ela mentiu durante 14 anos para AS FILHAS!!!! Que TIPO de relação mãe-filha é essa?
Esse é o tipo de livro bom de ler naqueles dias que você busca algo bem leve, pra rir e aproveitar a alegria de um dia sem nada para fazer e praticar a arte maravilhosa do ócio produtivo.
Ps. A resenha dos próximos da coleção em breve...
Bjkss Pimpa ;)

27 junho, 2011

Resenha: "Tatuagem" de Jennifer Lynn Barnes

"Bailey e suas três inseparáveis amigas não podiam imaginar que as quatro tatuagens temporárias que encontraram no shopping – perfeitas para usar na festa do colégio – lhes dariam poderes psíquicos, como previsão do futuro e leitura de mentes, e as arrastariam para o centro de uma disputa mais antiga que o próprio tempo."

Cara, o que eu posso dizer sobre esse livro? Talvez eu deve começar dissendo que eu se eu pudesse voltar no tempo para semana passada quando eu, alegre e saltitante, cometi o erro de alugar esse livro na biblioteca da minha escola ao invés de "Labirinto de Ossos" (O que não vem ao caso). O que importa é que eu me arrependo dessa minha decisão, porque esse livro não passa disso: Um ERRO! E não para, toda vez que você acha que nada mais WTF pode acontecer, você descobre que estava friamente enganado.
Mas deixem com que eu me explique melhor:
Primeiro, vamos começar com os nome das protagonistas : Bailey_ Esse nome me lembra a (Muffin) personagem que substitui a Maddie no Zack e Cody, e eu não gosto dela. Zo_ Mas, na verdade é pior do que isso, o nome dela é Zo-Claire. Sei lá, me lembra Zoológico. Delia_ Pra mim isso é nome daquelas coordenadoras de escola (Sem ofensa) e não o nome de uma patricinha. Anabelle_ Tá, desse eu gostei... Principalmente do apelido dela A-Belle.
Depois, meu problema foi que essa autora não escreve muito bem e também ignora friamente a transição que deve haver de um espaço para o outro. Tipo, elas estão num quarto conversando e num passe de mágia elas já estão no Shopping sem nenhum motivo aparente para essa mudança.
Sabe, eu entendo que a autora escreveu esse livro com a intenção de escrever um Harry Potter da vida. Aquele tipo de livro que não faz sentido nenhum e justamente por não fazer sentido nenhum acaba sendo extremamente legal e interessante. Mas, o erro que nossa querida (Nem tanto...) Barnes cometeu foi querer juntar TODAS as religiões e mitológias e etc. conhecidas pelo homem e quando ela fez isso ela esqueçeu de fechar a linha de raciocínio, porque é muita informação! E até mesmo ela deve ter se perdido enquanto escrevia esse livro!
Acho que depois de ter lida esse livro inteiro eu não esperava nada desse final, mesmo assim o final conseguiu deixar muito a desejar. Porque, sei lá, eu esperava que no final uma luz baixasse nessa mulher e ela conseguisse salvar essa história, entretanto o final é previsível e um pouco bobinho...

SPOILER:
E quem você pensa que é, Jennifer Lynn Barnes, para dizer que o Poseidon é uma menina?????? Fim do Spoiler

Bjuos,
Fernanda

25 junho, 2011

Ouran High School Host Club



Pode não ter o desenho mais bonito do mundo, mas esse mangá é muuuiito engraçado! E a Panini acabou de lançar o penúltimo volume, o 17!! Acho bom quem já é fã correr atrás! Rsrs



Nele, a garota Haruhi consegue uma bolsa de estudos na famosa OuranHigh School, a escola onde estuda a elite da elite no Japão.

Como ela é uma garota muito relaxada, resolveu ela mesma cortar o seu cabelo (detalhe: sem os óculos) e por isso ele agora está uma M. Além do mais, logo no primeiro dia de aula, ela usa a primeira roupa que está no armário (que é feeeeia que dói). E, como além de tudo ela ainda é uma TÁBUA, não é surpresa nenhuma que tenham confundido ela com um menino. Até a PIMPA achou que era um menino (nas palavras dela: “Porquêêêê? Era o mais bonito até agora!!”). E, bom, até EU achei que era um menino. Odeio adimitir, mas a Pimpa tinha razão.



Mas enfim, TODOS acham que ela é um menino (e o mais impressionante é que ela não se importa). Quando ela está procurando a biblioteca, vai parar acidentalmente na sala do Host Club, um clube criado pelos cinco garotos mais lindos do colégio para entreter as meninas, e acaba quebrando um vaso carésimo que, por ser NORMAL, ela nunca teria condições de pagar. Então, para quitar sua dívida, ela passa a fazer parte do clube, até conseguir a quantidade estabelecida de X clientes (desculpe, eu não lembro agora, mas podem crer que são MUITOS).

Todos do Host Club acabam descobrindo que ela é na verdade uma menina, e é aí que fica tudo mais engraçado! E é aí também que começam os romances...



O que faz a história ser hilária são, sem dúvida, os personagens exêntricos:



- Haruhi é aquela garota do tipo “não estou nem aí com a vida” e vive dando um fora em todo mundo (ela é beeeem sincera, se é que você me entende), mas com o tempo ela vai aprendendo a demonstrar melhor seus sentimentos e encontra o seu “lado feminino” (wow! Ela tem um!!).










- Tamaki é aquele garoto lindo e acéfalo. Hiperativo, inocente e narcisista, todos vivem zoando ele. Eu tenho até peninha! É o líder do Host Club.








- Hikaru é um dos gêmeos. Adora fazer brincadeiras e pregar peças em todo mundo. Ele e o irmão são MUITO engraçados!



- Kaoru é o outro gêmeo. Como o irmão, ele também adora zoar, mas com o tempo você vai percebendo mais a diferença entre eles. Kaoru é bem mais sensível e “pé no chão”.








- Kyouya é o “cabeça” do grupo. É como um gênio do mal. Mas tem também seus momentos fofinhos!








- Haninozuka, Hani ou ainda Honey é o mais velho, mas o mais bebezão. Ele gosta de doces, bolos e coisas fofinhas, e tem um coelhinho de pelúcia que carrega para quase todo lugar. Em compensasão, é o melhor da escola em artes marciais, e nem queira ver ele acordando cedo!!








- Mori é... Bem, o Mori. Ele não é de falar muito, e muitas vezes eu até me esqueço de que ele está na cena. É também um dos mais velhos e bom em artes marciais.








Além disso, eles ainda formam uma família feliz na escola, onde Tamaki é o pai, Kyoya é a mãe, Haruhi é a filha e os gêmeos são os irmãos dela. (Hani e Mori são o que? Os amigos? Vizinhos? Ninguém sabe...).

E não, nenhum deles é gay. Tirando o pai da Haruhi, que é um drag queen...



Bom, deu pra ver que ninguém no mangá é muito normal, mas, por incrível que pareça, dá pra se identificar muito com os personagens. Quer um exemplo? Aí vai:

“Tamaki está doente e manda uma mensagem para os amigos, dizendo que está gripado, cansado, com a cabeça doendo e o nariz escorregando, e que não vai poder ir para a escola.

Hikaru: Iiih, ele parece estar mal mesmo. Tanto que escreveu ‘escorregando’ ao invéz de ‘escorrendo’... Vou guardar essa mensagem pra zoar ele depois ^^!!”

E as falas vêm sempre acompanhadas de desenhos MUITO hilários!! Eu ficava encarando os desenhos e rindo alto, tanto que quem estava por perto às vezes perguntava se eu estava bem...



Enfim, é um mangá superrecomendado, mesmo para quem nunca leu um na vida! Ele tem 18 volumes e, como eu disse, o penúltimo já foi lançado esse mês!


Bjos,

Carol xD

23 junho, 2011

Resenha: "X-men: Primeira Classe" (2011)

"O filme mostrará o começo da saga dos X-Men, antes de Charles Xavier e Erik Lensherr usarem os codinomes Professor X e Magneto, quando eram apenas dois jovens descobrindo seus poderes mutantes. Antes de serem inimigos, os dois era amigos próximos, trabalhando juntos, ao lado de outros mutantes (alguns conhecidos, outros não), tentando impedir a maior ameaça que o mundo já viu."

Tá, eu tenho que admitir, por mais que eu ame X-men e esteja adorando ver ação ganhar vida nas salas de cinema, estão tranformando-a em uma franquia caça-níquel. Fala sério, podiam pelo menos dar um espaço entre os filmes para dar uma disdarçadinha...
Voltando ao filme em si, acho que para os padrões Hollywodianos esse pode ser considerado o melhor filme da franquia até agora. MAS, para todos, como eu e a Gabi, que são fãs dos quadrinho e conhecem a VERDADEIRA história, esse é o filme mais infiel de todos!!!
Então, eu não consegui apreciar o filme, porque sempre que acontecia uma coisa abusarda que não acontece nos quadrinhos eu só conseguia pensar: "Agora, todas essas pessoas vão sair daqui pensando que essa é a história verdadeira!!!!"
Quer exemplos? Eu tenho muitos! Vamos só começar com aquela palhaçada do Xavier ser "amiguindo de infância" da Mística, na verdade eu acho que tudo relacionado a Mística nesse filme é um erro! Aquele romancezinho que tentaram fazer entre ela e o Fera?! Ou não, a forma alternativa de como o Xavier fica paraplégico? ARGH!!!!! Melhor para por aqui...
Entretanto, antes que vocês acabem o post achando que eu odiei o filme, eu não odiei, da segunda vez que eu vi. Depois de ver pela primeira vez e ter meu surto de "Por que os roteristas nunca se dão ao trabalho de ler a obra original?", na segunda vez eu começei a achar a trama bem desenvolvida. Sabe, o filme se enfoca menos na questão mutantes e mais na questão de que eles são pessoas como todos e além de sofrerem todas as pressões que um pessoa normal passa por essa fase de amadurecimento, eles tem um inconveniente a mais: o fato de serem rejeitados pela sociedade por serem mutantes. Isso fica bem explícito nos conflitos da Mística e do Fera em lidar com a própria aparência ou o Alex em lidar com ordens e regras.
Os efeitos especiais desse filme são muito inferiores ao dos anteriores, é só comparar o Fera já na sua forma azul com o "X-men: Confronto final" ou a Emma Frost na sua forma de diamentes com a cena do "Wolverine: Origens". Entretanto, a maquiagem que usam no corpo da Mystique continua incrível.
As atuações são boas, principalmente o ator do Magneto (Michael Fassbender) e a atriz da Emma (January Jones). Ela principalmente me imprecionou porque em Mad Man ela é aquela dona de casa dedicada e no filme ela conseguiu incorporar bem o jeito slut da Emma. A única que eu achei fraquinha foi a atriz da Mística, não é que ela fez feio, mas eu gostava tanto da antiga... Porém, o maior Fail é o Xavier ter quele sotaque britânico, o ator dele podia ter dado um jeito de disfarçar um pouquinho né? (Acabei de me lembrar, eu achei o Xavier um VACO nesse filme! Porque ele é fofo e legal com todas as pessoa do universo menos com a Mística, a MELHOR AMIGA dele!!!! Não é surpresa ela querer ir com o Erik...)



Resumindo, se você gosta de X-men porque você via os desenhos quando era menor, viu todos os filmes lançados no cinema, mas não sabe muito sobre a história original, provavelmente, você vai achar que esse é o melhor filme da série. Porque realmente é um bom filme que trata muito bem de assuntos que afligem que passa por essa fase Mas se você conheçe os quadrinhos você vai pegar sua bazuca e tentar descobrir onde moram os roteiristas desse filme. (Para essas pessoas sugiro que tentem ver esse filme novamente como se fosse uma pessoa leiga sobre X-men, aí talvez passem a gostar um pouquinho.)

Bjuos,
Fernanda

A Caçadora

Ai, esse livro eu estava morrendo de vontade de ler!! E imagine qual não foi a minha surpresa quando a Giu me deu ele de aniversário! Iuupi =D!!

A Caçadora é uma série de livros escrita por Viviane machado, sob o nome artístico de Vivianne Fair. Ela é conhecida por muitos também como "chefa", e tem seu próprio blog. Foi lá que eu fiquei conhecendo os personagens Zack e Jessi, e depois de ler umas resenhas e tirinhas com esses personagens, fiquei morrendo de vontade de ler a história! Parecia ser muito engraçada!!

A história do livro é sobre Jessi, uma secretária de um contador com quase 30 anos de idade. Bom, era, até que seus pais lhe revelam que ambos são caçadores de vampiros e que cabe à ela seguir a tradição da família.
Ela, claro, pensa que os pais enlouqueceram. Mas, depois de tanto insistirem, Jessi acaba topando ir até a Pensilvânia para caçar seu primeiro vampiro, um tal de Eric. (É claro que a recompensa generosa que receu adiantado não teve nada a ver com isso...).
Enfim, Jessi tem então que se passar por adolescente em uma universidade para achar o vampiro, e acaba fazendo a mizades com garotas otakas*.
Só que lá ela acaba encontrando o vampiro errado, Zack. E Zack é muito, muito gato, então ela logo se apaixona por ele. Só que, além de gato, ele também é muito metido, então os dois vivem discutindo, o que torna o livro bem engraçado. Isso e o fato da Jessi ter sérios probleminhas. Quer dizer, eu ria muito com os comentários dela. Mas em outras partes eu me identificava um pouco.
Mas não fiquem achando que o livro é bobinho ou infaltil - sabe, todo aquele negócio de julgar o livro pela capa... - porque na verdade a história é bem interessante! Bom, deu uma viajadinha legal nos últimos capítulos, mas no meio é cheio de mistérios. Você não sabe se Zack é o vampiro bom ou o malvado que matou umas garotas adolescentes há um ano atrás... TAN TAN TAAAN O.O (nem vem que eu não falo nada xP). Foi nessa parte que eu li que nem uma louca, porque eu estava aflita, querendo saber logo o que acontecia!! E fiquei bem surpresa com o final!

Bom, resumindo, o livro é divertido, engraçado e tem momentos bem sexys entre o Zack (já falei que adoro esse nome?) e a Jessi, hehe =P. Tudo isso fugindo, claro, daqueles clichês que eu já não aguento mais, que quando não é com vampiro agora é com anjos que têm sexo.

Então é isso aí, people!

Bjos,
Carol




*OBS: Sabe, nós do 7 Random achamos que só uma pessoa muito otaku pode chegar ao ponto de mencionar animes, mangás, cosplay ou literalmente a palavra "otaku" num livro. Tipo a Meg Cabot, quando em Pegando Fogo ela cita que os personagens vão em uma convenção onde as pessoas se fantasiam (humm...), ou em Cidade dos Ossos e Cidade das Cinzas, de Cassanda Clare, onde Clary e Simon ficam vendo animes de vez em quando e até o Naruto aparece. Digo, o mangá, não o personagem. Logo, não se surpreenda se você ver nesse livro menções relaconadas a animes, mangás, orelhinhas furry e cosplays.

SFDS + Resenha : O Código da Vinci



Um assassinato dentro do Museu do Louvre, em Paris, traz à tona uma sinistra conspiração para revelar um segredo que foi protegido por uma
sociedade secreta desde os tempos de Jesus Cristo. Assim começa o Livro de Dan Brown. A vítima, o curador do museu, Jacques Sunière, seria o líder desta antiga
sociedade secreta, o Priorado de Sião, que já teve como membros gente famosa como Sir Isaac Newton, Botticelli, Victor Hugo e, é claro, Leonardo da Vinci.
Momentos antes de morrer o curador deixa uma pista cifrada na cena do crime acreditando que desta forma apenas sua neta Sophie Neveau, que era criptógrafa, poderia decifrar. Mas ela falha e é ai que entra Robert Langdon, um famoso professor de simbologia de Harvard.
As circunstâncias acabam levando os dois a serem considerados suspeitos do crime e precisam encontrar a verdade oculta nas obras de Da Vinci enquanto percorrem as ruas de Paris e Londres tentando decifrar um complicado quebra-cabeças que pode levá-los a um segredo milenar que envolve a Igreja Católica Jesus Cristo e
Maria Madalena.



Esse livro é realmente fantástico. E olha que eu sou meio preguiçosa pra ler, mas esse aí eu devorei em dois ou três dias ! Sério, é maravilhoso !
Primeiro, adoro suspenses. E esse livro traz uma trama bastante original e enigmática, que vai levar os leitores a ficarem boquiabertos no decorrer do livro. Pena que eu viajei pra Paris antes de ler esse livro, por que se fosse depois, eu com certeza sairia que nem uma fangirl alucinada procurando as pistas, principalmente na Mona Lisa, hehe ^^
Além disso, eu também sempre gostei de caça-palavras, sudoku, quebra cabeças, esses jogos que testam a mente, e esse livro tem BASTAANTE DISSO ! Sério, quando você encontra mais uma pista, você fica do tipo : "Ah, não ! Agora eu TENHO que saber como resolver isso ! Eu TENHO !" Pois é, imaginem essa criatura no avião indo pra Fortaleza, lendo isso depois na praia e no Beach Park o/
Também, vamos combinar, o Robert Langdon é PERFEITO ! Ele é charmoso, engraçado, solta umas tiradas espertas e sarcásticas, e muitas vezes não-intencionais ! Também gosto da Sophie, mas não tanto quanto a Vittoria, que é do livro anterior a esse (que eu postarei uma resenha em breve).


E vamos aproveitar que esse livro foi o maior sucesso que virou até filme ! Com os atores maravilhosos : Tom Hanks, Audrey Tautou (que fez o filme Coco antes de Chanel), Ian McKellen, Paul Bettany e Jürgen Pronchnow (que fez o parceiro policial de Steve Martin, em a Pantera cor-de-rosa !)

Eu até gostei do filme, mas o livro não tem nem comparação. Mil vezes melhor, como sempre. E o problema é que tem muuuuuita informação, por causa dos enigmas e charadas e tudo o mais, então ver o filme primeiro pode te deixar bem..perdido.
Outra coisa que me decepcionou : Tom Hanks. Quer dizer, adoro ele e o acho um excelente ator, mas poxa ! Eu imaginava o Robert como um George Clooney da vida ! Buá T_T
Mas enfim, não deixem de ver, porque é um filme intrigante e muito legal ! E qualquer coisa, se ficarem meio perdidos, perguntem pra seus pais, avós, amigos, sei lá ! Porque tenho certeza que ALGUÉM da sua família deve ter lido !


Beijinhos e bom feriado !

22 junho, 2011

Eduardo e Mônica: Um história de amor

"Quem um dia irá dizer que existe razão
Nas coisas feitas pelo coração? E quem irá dizer
Que não existe razão?"

Se você nunca ouviu esses versos, desculpe, mas você com certeza não mora no Brasil!!! Um das mais populares músicas de uma das bandas que mais influenciou a geração dos anos 80 e 90, Legião Urbana (Juro que um dia ainda faço um What's on in my Ipod sobre eles, mas por enquanto vou falar só sobre essa música incrível!!!!) Ela conta a história de dois jovens que apesar de não terem quase nada em comum, acabam se apaixonando do mesmo jeito. A música, cheia de humor, vai narrando o desenvolvimento da relação entre eles.
Bem, como a maioria de vocês já deve saber, nesse ano às vésperas do Dia dos Namorados a operadora telefônica Vivo lançou um clip para essa música que acabou sendo muito polêmico, por vários motivos que eu ainda irei falar nesse post. Mas por enquanto, assistam ao vídeo:


(Resenha Flash: No geral eu gostei do clipe, a ideia é ótima! Só achei que eles mudaram um pouco demais a personalidade da Mônica no começo, mas depois ela voltou ao normal. E eu também achei esses dois atores muito fraquinhos, podiam ser melhores)

-Visualizações
Apesar da crena popular, polêmica nem sempre é uma coisa ruim. E nesse caso é muito boa, afinal, ter mais 2 milhõe de visualizações em 2 dias não é para qulaquer um...

-Plágio
É, aqui entramos num parte um pouco tensa. Parece que em 2002/2003 a ATL (Hoje conhecida como Claro) que usou a mesma música para fazer uma propaganda de 1 minuto, também para o Dia dos Namorados. Eu acho que é possível que duas pessoas tenham ideias parecidas quando se elaboram as propagandas e etc. Principalmente, quando falamos de uma música como Eduardo e Mônica que já tem uma história e um "roteiro" pronto para uma curta-metragem. Agora, o fato de serem ambas propagandas de uma operadora telefônica e o fato de que eles alegarem que foi “pura coincidência” o uso da mesma música, na mesma categoria de serviços. Eu não engulo muito essa, não sei se é porque eu sou naturalmente desconfiada, ou porque eu acho o cúmulo eles não terem se dado nem ao trabalho de pesquisar antes de fazer o vídeo, ou o fato de que a propagando da ATL não foi lançada a tanto tempo para que ninguém se lemnrasse dela... Mas enfim, cheguem as suas próprias conclussões após assistir o vídeo abaixo:


-O outro lado da história
Alguns dias após a estréia do vídeo o comediante, Rafinha Bastos postou essa paródia engrçadíssima. Porêm, infelizmente ela foi retirada da conta dele por conta de violação de privacidade. Mas é pra isso que temos nossos fiéis amiguinhos do Youtube que sempre ficam postando e repostando esse tipo de vídeo:



-Outas versões para vocês se divertirem!


(Tenho que admitir essa sempre foi a minha versão "oficial" dessa música, eu sei que ela não tem nada de especial, mas sei lá... Eu gosto! :D)


(Ah, essa é muito fofinha...)


( O vídeo nem é tão bom, mas é bom saber que alguém finalmente me entende! Porque eu não ligo pro que a sociedade diz, nem para o que o Maurício de Souza diz. O primeiro nome do Cebolinha é Eduardo e Cebola é só o sobrenome!!!)

Bjuos,
Fernanda

Ps: Eu posso não ser a pessoa mais romântica do mundo, mas essa é uma daquelas músicas que fazem com que você, por mais cético que seja, acredite beeeem lá no fundinho que nesse mundo existe alguém só pra nós...

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